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O motorista do Bessa, Intermares e Cabedelo que trafega pela BR-230 nos horários de pico (7~9 e 17~19h) deve entrar no carro angustiado. É que se envolve num grande transtorno temporal e mental ao passar pela lombada de cimento, outrora eletrônica, e passagem de pedestres, e retorno, localizados diante da Projecta.
Além da lombada de cimento e do retorno, o que mais trava o trânsito é a passagem de pedestres, que é bastante movimentada nestes horários, obrigando os motoristas, se quiserem ser educados e atenderem às campanhas publicitárias, a pisarem nos freios, pararem.
Os pedestres vão chegando um a um, em dupla, em grupo e passando. Não há uma ordenação. Se houvesse um semáforo no local, então sim, haveria o agrupamento de pessoas nos dois lados da via e todos passariam no tempo hábil, como acontece nas grandes avenidas da cidade.
Os motoristas recebem essa dose de stress logo cedo, arriscando um acidente, um atraso no trabalho e burlando as leis de trânsito, pois muitos trafegam pelo acostamento, pela via local, etc.; e quando retornam a tarde, aí sim, mais perigosos e passíveis de acidentes passam pelo mesmo problema.
Agora é normal se deparar com longas filas de veículos no sentido João Pessoa, de manhã, e no sentido Cabedelo, a tardinha, e com vários acidentes, inclusive aqueles mortais e aqueles de engavetamento, em que vários veículos batem em cadeia.
Não se vê policiamento, não se vê companhia de trânsito, não se percebe nenhuma mudança sendo implantada, não há nada que sinalize para o fim do problema. Parece que o motorista, além do dever de pagar a conta, não tem direito a mais nada.