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De olho no título dos galos do UFC, Julianna Peña questiona recusa de Amanda Nunes em enfrentá-la

"Não me lesionei e estou pronta para lutar logo se for preciso, mas essa é a única luta que faz sentido para mim", diz a americana, que saiu vitoriosa da luta contra Sara McMann no UFC 257.

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Cheia de moral após finalizar a compatriota Sara McMann no terceiro round, pelo card preliminar do UFC 257, a peso-galo Julianna Peña desafiou a campeã Amanda Nunes ainda no octógono, logo após a luta. Sétima colocada do ranking, ela acredita que merece ser a próxima da fila a disputar o cinturão, e acusa a brasileira de estar "esquivando-se" de enfrentá-la, preferindo defender o cinturão peso-pena contra a australiana Megan Anderson no UFC 259, em março. Na opinião de Peña, Anderson tem um cartel muito inferior ao seu no UFC.

- Ela me disse que iria lutar comigo, mas agora ela está dizendo que eu não sou um candidata. Uma garota com retrospecto de três vitórias e duas derrotas é mais candidata do que eu? Parece que ela não quer lutar comigo. Não estou ferida e estou pronta para lutar logo se isso for o que precisa acontecer, mas essa é a única luta que faz sentido para mim - afirma Julianna, dona de um cartel de 11 vitórias e quatro derrotas.

- O plano é e sempre foi lutar pelo cinturão. Vou falar com os chefes. Mas Amanda é a única luta que faz sentido para mim.

Acompanhando o evento, Nunes não demorou para se manifestar pelas redes sociais, disparando que a americana, de fato, não estaria à sua altura: "Esquivando-se? Você não consegue nem ser uma desafiante para mim".

No UFC desde 2013, Julianna venceu duas das últimas quatro lutas disputadas. No entanto, ela garante que, na sua opinião, perdeu para si mesma essas duas lutas, colocando asteriscos nas derrotas sofridas, respectivamente, para Valentina Shevchenko e Germaine de Randamie.

- Para começar, quando Amanda Nunes lutou contra Miesha Tate no UFC 200, eu tinha acabado de vencer Cat Zingano e Cat Zingano tinha acabado de vencê-la, e Amanda disse que lutaria comigo. Mas ela acabou lutando contra Ronda Rousey. Eu estava disposta a esperar, mas decidi enfrentar Valentina (Shevchenko). Coloquei Valentina em posições que ela não queria estar e errei ao me empolgar. Fui a culpada pela minha derrota naquela luta. E foi a mesma coisa contra Germaine de Randamie. Eu a coloquei em posições que ela não queria estar e errei ao não puxá-la mais da cerca, pensando que estava presa em uma guilhotina normal. Estava pressionando o ombro dela e pensei: 'Ótimo. Passei para o lado direito. Estou pressionando o ombro. Excelente!' Mas de repente eu já estava "roncando" e pensei: 'Eu estou pressionando o ombro, talvez eu precise pressionar ainda mais.’ E fui finalizada. De qualquer forma, eu ponho as meninas em posições que elas não querem, e sou eu que estou cometendo os erros - disse.


Fonte: Combate.com

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