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Leon Edwards anuncia que não vai enfrentar Tyron Woodley nos EUA; UFC tenta preencher vagas no card

Até o momento, 11 das 13 lutas previamente programadas para evento que seria em Londres já caíram. Colby Covington e Durinho se oferecem para encarar Woodley.

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Após o anúncio de que o UFC Londres do próximo sábado seria transferido para os EUA, devido às restrições de viagem à Inglaterra impostas pelo governo americano como precaução contra o coronavírus, um "efeito dominó" se iniciou na programação do evento. Um a um, a maioria dos lutadores escalados para o torneio, muitos deles baseados fora dos Estados Unidos, foi notificando que estava fora do card.

A peça mais importante a cair foi o lutador jamaicano Leon Edwards. O peso-meio-médio radicado na Inglaterra faria a luta principal do torneio, contra o americano Tyron Woodley, ex-campeão de sua categoria. Entretanto, um post publicado nas redes sociais de Edwards na tarde deste domingo comunica a seus seguidores e fãs que ele não poderá fazer a viagem aos EUA para o combate, que ainda não tem nem mesmo uma cidade sede.

"Estamos trabalhando com o UFC em soluções possíveis para manter esta luta viva, mas infelizmente com uma janela tão curta de tempo, nada era viável. Eu e meu time somos pais, maridos, filhos e irmãos, e nem todos nós podemos deixar nossas famílias agora. (...) Este cancelamento é de partir o coração", escreveu Edwards, ainda com esperança que o UFC pudesse remarcar o duelo com Woodley para outra data.

De acordo com o site "MMA Junkie", das 13 lutas originalmente planejadas para o UFC Londres, apenas duas - Darren Stewart x Marvin Vettori e Paul Craig x Ryan Spann - ainda não têm algum anúncio ou informação de cancelamento ou retirada de um dos lutadores. As demais lutas, incluindo a do brasileiro Geraldo de Freitas contra o galês Jack Shore, não acontecerão mais - Geraldo confirmou ao Combate na manhã deste domingo que a luta fora cancelada porque ele não tem visto de atleta para competir nos EUA e não há tempo hábil para obtê-lo.

Concomitantemente, o UFC enviou um comunicado a empresários e treinadores de MMA avisando que está à procura de substitutos para preencher as vagas deixadas no card. O comunicado foi obtido e compartilhado nas redes sociais pelo jornalista Ariel Helwani, do canal americano "Espn". Segundo o texto, tanto lutadores do elenco quanto atletas sem contrato serão considerados, desde que sejam cidadãos americanos ou tenham o visto de trabalho de atleta e estejam dispostos a lutar com menos de uma semana de aviso.

Fonte: combate.com

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