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Bolsonarista da 'ala ideológica' vai chefiar Ministério da Saúde por 5 dias

A nomeação, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e Queiroga, foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (22). Ele ficará na função até o dia 27 de fevereiro.

Rhafael Camara Medeiros Parente (Foto: Agência Brasil)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — O secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Rhafael Camara Medeiros Parente, irá assumir como ministro substituto da pasta a partir desta quarta-feira (23) durante a ausência do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

A nomeação, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e Queiroga, foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (22). Ele ficará na função até o dia 27 de fevereiro.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, nesse período o ministro e o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, estarão nos Estados Unidos. Um dos eventos de que irão participar é organizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) e irá abordar a promoção de esforços pela vacinação universal.

Relacionado à chamada ala ideológica do presidente Jair Bolsonaro (PL), Parente é mestre em saúde pública pela UERJ, doutor em ginecologia pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e conselheiro do CFM (Conselho Federal de Medicina).

Vinculado ao Instituto de Ginecologia da UFRJ, Parente defende, em debates, posição contrária à legalização aborto. Em outubro de 2019, escreveu um artigo na Folha contra o que chamou de "ativismo pró-aborto".

No texto, ele dizia que a militância usava dados falsos sobre o impacto do aborto ilegal e que, por isso, o quadro não deveria ser considerado um problema de saúde pública.
Em várias ocasiões, Câmara já contestou as estatísticas de mortes provocadas por abortos clandestinos no Brasil. Ele afirma que os números são "superestimados por má-fé".

Ele também já defendeu um projeto de abstinência sexual proposto pela ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

A Secretaria que ele chefia atualmente responde pela organização de ações voltadas a unidades de saúde e diretrizes de cuidados básicos no atendimento na rede.

Parente assumiu em junho de 2020 no lugar de Erno Harzheim, que deixou o cargo no fim de abril, após a saída do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

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