Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Brasil

Editoria sobre Brasil ir para editoria →

Humorista

Carlinhos Maia diz que pessoas 'deixam de se vacinar para tomar cachaça'

O influenciador digital e humorista exibiu uma série de vídeos nos quais mostrava o posto de vacinação vazio.

"Estava conversando com as meninas e elas disseram que todo final de semana é assim. Vocês não estavam cobrando vacina? Aí chega e o pessoal prefere tomar cachaça? Tô passado agora", disse Carlinhos Maia. (Foto: Divulgação)

Por

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Carlinhos Maia, 30, mostrou indignação ao se imunizar contra a Covid-19 em Penedo (AL), neste sábado (24). O influenciador digital e humorista exibiu uma série de vídeos nos quais mostrava o posto de vacinação vazio.

"Não sei se é impressão minha ou se na cidade de vocês também está assim, mas eu achava que quando chegasse a vacina ia ser um alvoroço de gente pendurado no teto para tomar a vacina. Aqui está vazio", disse, comentando que esperava enfrentar fila, já que era o primeiro dia de imunização para a faixa etária dele.

"Estava conversando com as meninas e elas disseram que todo final de semana é assim. Vocês não estavam cobrando vacina? Aí chega e o pessoal prefere tomar cachaça? Tô passado agora", disse, explicando que as profissionais de saúde disseram que muitas pessoas não voltam para tomar a segunda dose também.

"O povo aqui tudo esperando para vacinar vocês e tudo vazio. Passou esses meses todos esperando, esculhambando e não tem ninguém. Como vocês brigam por vacina e não vêm para tomar cachaça?", disse Maia, que expôs sua perplexidade também aos familiares ao voltar para casa. "É uma realidade paralela que vivemos na internet", finalizou.

Ao chegar ao local de vacinação, antes da surpresa com os postos vazios, Maia fez alusão ao fato de ter feito reuniões durante a pandemia. "Meu Deus, vim tomar a vacina de 30 anos. Avalie eu, com cara de rapariga, depois de ter aglomerado. Como eu chego?", questionou.

O comediante foi duramente criticado por ter promovido aglomerações durante o isolamento social, contrariando assim, as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e de especialistas da saúde que apontam o distanciamento social como uma das principais formas de evitar a propagação do coronavírus. A última festa promovida por ele aconteceu em Barra de São Miguel (AL) dia 10 de julho.

Na ocasião ele compartilhou no Instagram Stories uma série de vídeos nos quais aparece com amigos na festa. Ninguém usava máscaras e não havia distanciamento. Segundo a assessoria do artista, eram 20 pessoas, todas testadas.

Em certo momento dos vídeos, Carlinhos mostra uma parte mais vazia da festa e afirma que tudo estava sendo feito seguindo protocolos e que só gente que já estava hospedada na vila estava na festa. Porém, nas redes sociais ele foi criticado.

"Surpresa nenhuma em ver Carlinhos Maia fazendo mais uma festa no meio da pandemia. As pessoas que defendem são as mesmas que saem pra curtir baile ou fazer resenha nos fins de semana. Isso é nojento", disparou uma seguidora.

"Carlinhos Maia disse que iria fazer a festa rosa só pra quem estava lá desde o começo da semana e que tinham sido testados pra Covid. Do nada, no dia da festa, aparece meio mundo de gente que não estava lá durante a semana", criticou outra internauta.


Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

Pacheco dá novo recado a Bolsonaro e fala em pulso firme e forte contra retrocessos à democracia

Crise econômica deve elevar déficit habitacional para 6,1 milhões de moradias no país, diz estudo

Cobrar 'passaporte de vacina' a servidor público pode parar na Justiça

Aliados de Bolsonaro atribuem avanço da reprovação do presidente à piora da economia