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Fora da agenda, Bolsonaro recebeu vice-líder da ultradireita da Alemanha

A congressista é vice-líder do partido populista AfD (Alternativa para Alemanha) e esteve em Brasília na semana passada.

A reunião com o presidente não constou na agenda oficial da presidência, mas Beatrix publicou uma foto do encontro nesta segunda-feira (26). (Foto: Reprodução)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se encontrou com uma das líderes da ultradireita alemã, a deputada Beatrix von Storch.

A congressista é vice-líder do partido populista AfD (Alternativa para Alemanha) e esteve em Brasília na semana passada. Na ocisão, ela manteve encontros com os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF), que compartilharam fotos das agendas em suas redes sociais – e foram criticados pelo histórico xenófobo e anti-imigração de Beatrix, que já foi investigada por incitação ao ódio contra muçulmanos.

Beatrix esteve com Bolsonaro na quinta-feira (22).

A reunião com o presidente não constou na agenda oficial da presidência, mas Beatrix publicou uma foto do encontro nesta segunda-feira (26). Na imagem, também aparece o marido da parlamentar, Sven Von Storch.

Ao lado da imagem, Beatrix publicou um texto em que se diz impressionada com a "clara compreensão" de Bolsonaro dos "problemas na Europa e dos desafios políticos" atuais.

"Numa época em que a esquerda está empurrando sua ideologia em nível global através de suas redes e organizações internacionais, nós, conservadores, também precisamos trabalhar mais juntos e defender nossos valores conservadores em nível internacional", afirmou.

Em 2018, a polícia alemã pediu que Beatrix fosse investigada após postagens da deputada em redes sociais. À época, ela questionou a decisão da polícia da cidade de Colônia de publicar mensagens em árabe, como parte de uma campanha multilíngue.

A parlamentar disse: "O que diabos está acontecendo de errado neste país? (...) Estão querendo agradar os bárbaros, os muçulmanos e essa horda de homens estupradores?".

O Twitter e o Facebook removeram as postagens, classificadas como discurso de ódio.

A deputada é neta de Lutz Graf Schwerin von Krosigk, ministro das Finanças na Alemanha nazista. O parentesco e as bandeiras xenofóbicas que ela propõe foram ressaltados nas redes sociais após as publicações de Eduardo Bolsonaro e Kicis.

Em resposta a uma das publicações de Bia Kicis sobre a visita de Beatrix, o Museu do Holocausto relembrou a trajetória da deputada alemã.

"É evidente a preocupação e a inquietude que esta aproximação entre tal figura parlamentar brasileira e Beatrix von Storch representam para os esforços de construção de uma memória coletiva do Holocausto no Brasil e para nossa própria democracia".

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