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Internações por síndrome respiratória caem no longo prazo, mas dão sinal de estabilidade, diz Fiocruz

Os dados são do boletim Infogripe, da Fiocruz, que divulga as informações semanalmente.

A quase totalidade, hoje, de casos de internação por SRAG têm como causa a Covid-19. (Foto: Reprodução)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Os casos notificados de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil apresentam tendência de queda no longo prazo, quando consideradas as últimas seis semanas. Mas dão sinal de estabilização no curto prazo, quando são cotejados os registros das três semanas mais recentes.

Os dados são do boletim Infogripe, da Fiocruz, que divulga as informações semanalmente. A quase totalidade, hoje, de casos de internação por SRAG têm como causa a Covid-19.

De acordo com Marcelo Gomes, que coordena o levantamento, alguns pontos merecem atenção: a manutenção de um cenário positivo de queda em boa parte dos estados, apesar de o ritmo ser cada vez mais lento; e a estabilização, em alguns locais, em valores "que são os mais baixos desde o começo da epidemia ou muito próximos disso na maioria dos estados".

Ele chama a atenção também para o Rio de Janeiro, "ainda em uma situação incerta": a tendência de crescimento foi interrompida, chegou a ter leve queda, e agora foi de novo estabilizada. Os casos em idosos, por sua vez, se estabilizaram em um "platô que ainda é alto".

Das 27 unidades federativas, apenas três apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Espírito Santo, Piauí e Rondônia. Na outra ponta, 12 apresentam sinal de queda no longo prazo: Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Outro dado que merece registro: apenas o Maranhão possui todas as macrorregiões de saúde abaixo do nível alto. As demais 26 unidades da federação têm ao menos uma macrorregião de saúde com nível de transmissão comunitária alto ou mais elevado.

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