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CPI Covid

Militar que estava em suposto jantar de propina pede ao STF direito de ficar em silêncio na CPI

Blanco, que teve passagem pelo Ministério da Saúde, estava presente no jantar em que o policial militar diz ter recebido um pedido de propina por parte de Roberto Dias, então diretor de Logística da pasta.

Na semana passada, Dias foi preso a pedido do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM). (Foto: Reprodução)

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TÓQUIO, JAPÃO (FOLHAPRESS) — Os advogados do coronel da reserva Marcelo Blanco enviaram ao STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de habeas corpus para que seu cliente possa ficar em silêncio durante sessão da CPI da Covid marcada para quarta-feira (14).

Blanco, que teve passagem pelo Ministério da Saúde, estava presente no jantar em que o policial militar diz ter recebido um pedido de propina por parte de Roberto Dias, então diretor de Logística da pasta. O militar confirma o encontro, mas nega a existência desse pedido.

Na semana passada, Dias foi preso a pedido do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM).

Na peça, os advogados dizem temer que Blanco possa vir a sofrer "constrangimentos ilegais".

Os advogados argumentam que não está claro se o militar será inquirido como investigado ou testemunha, mas que há indícios que apontam para o fato de que ele irá como investigado. Nessa condição, ele tem a garantia constitucional de não se autoincriminar.

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