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Policial federal morre a tiros após discussão em adega de bebidas na zona leste de São Paulo

O agente chegou a ser encaminhado por uma unidade de resgate dos bombeiros até o hospital Santa Marcelina, onde acabou morrendo.

O motivo para a discussão teria sido o preço das bebidas do local, segundo afirmado em depoimento à polícia pelo dono do estabelecimento, um comerciante de 30 anos. (Foto: Reprodução)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Um policial federal de 41 anos morreu com ao menos cinco tiros após uma discussão em uma adega de bebidas, na madrugada deste deste domingo (6), no bairro Iguatemi (zona leste da capital paulista).

O agente chegou a ser encaminhado por uma unidade de resgate dos bombeiros até o hospital Santa Marcelina, onde acabou morrendo.

O motivo para a discussão teria sido o preço das bebidas do local, segundo afirmado em depoimento à polícia pelo dono do estabelecimento, um comerciante de 30 anos. A defesa dele, que foi indiciado e preso, não havia sido localizada até a publicação desta reportagem.

Testemunhas informaram aos policiais militares que o agente Renato Rewai Paraná e Silva havia se desentendido com o dono da adega de bebidas, teria sacado sua pistola calibre 9 milímetros e apontado em direção à face do comerciante.

Em uma das versões dadas à polícia, o comerciante afirmou que um cliente havia sacado a arma e atirado contra a vítima durante a discussão. Depois, o comerciante afirmou que ele mesmo havia feito os disparos e, em seguida, novamente voltou atrás em seu relato.

"Minutos depois, [o suspeito] se desdisse, alegando que havia confessado [atirar] 'por nervoso, do momento'. Ato continuo, [o comerciante] reafirmou que havia sido seu freguês que havia pegado a arma e atirado na vítima, para defendê-lo, declinando então as características físicas do tal freguês", diz trecho de boletim de ocorrência.

Segundo o relato, o freguês mencionado pelo comerciante teria pego o revólver, de numeração raspada, atrás do balcão de atendimento e atirado ao menos cinco vezes pelas costas do policial federal, que caiu no chão. O suposto atirador já foi identificado, segundo a polícia, mas não havia sido preso até a publicação desta reportagem.

O agente, segundo a Polícia Civil, chegou à adega acompanhado de um homem, ainda não identificado. Após os disparos, esse homem teria manobrado a viatura descaracterizada usada pela vítima e a deixado na rua. O agente teria ido à adega para comprar vodca e cerveja, segundo registrado pelo DHPP (Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa).

Com a chegada de investigadores do DHPP, o comerciante afirmou que a arma usada no crime lhe pertencia, juntamente com as munições encontradas dentro de uma sacola, sobre o fogão do estabelecimento.

O revólver calibre 38, porém, não estava na adega quando os policiais civis chegaram. A arma foi levada ao estabelecimento após o comerciante preso acionar um motoboy, que trouxe o armamento, que havia sido abandonado na praça conhecida como Ilha da Queimada, a cerca de um quilômetro de distância do local do crime, logo após o assassinato.

Sem imagens

O DHPP constatou também que as imagens feitas pelo sistema de monitoramento com câmeras do local haviam sido retiradas do sistema e estavam com o mesmo motoboy que trouxe a arma. Ele estava com as imagens à pedido do chefe, segundo relatou à polícia. Não foram dadas mais informações sobre o motociclista.

Os registros foram recuperados e auxiliaram a polícia a determinar a prisão do comerciante que, de acordo com a polícia, teria ajudado o atirador a ter acesso ao revólver.

O comerciante foi preso em flagrante e indiciado por homicídio qualificado (motivo torpe), fraude processual (por ter tentado sumir com imagens) e porte ilegal de arma de fogo.

Foram apreendidas 21 munições calibre 38, o revólver usado no crime, com numeração raspada, além da pistola do agente da PF, que, segundo a polícia, não deu nenhum tiro.

Resposta

A Superintendência da PF em São Paulo afirmou acompanhar "de perto" as investigação sobre as circunstâncias da morte de seu agente.

A instituição não informou, porém, há quanto tempo o policial atuava na PF, em qual delegacia trabalhava e se apura o fato de a vítima ter ido à adega usando viatura descaracterizada da corporação.

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