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Queiroga volta a defender fim da obrigatoriedade das máscaras

Ministro diz que legislação que impõe uso não tem eficácia, mas pede que estados e municípios esperem posição técnica oficial.

Ministro defende que equipamento de proteção só seja utilizado em ambientes com aglomeração (Foto: JOEDSON ALVES/EFE - 24.03.2021)

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reiterou nesta quarta-feira (6) a defesa pelo fim da obrigatoriedade de uso de máscaras como forma de proteção à Covid-19. De acordo com ele, com o avanço da vacinação no país, o uso de máscara deve ser facultativo e apenas nos lugares em que haja concentração de pessoas.

Para o ministro, a atual legislação que prevê a obrigatoriedade do uso das máscaras é pouco efetiva. Queiroga, no entanto, não informou quando o governo deve divulgar um parecer técnico recomendando o término da imposição. Segundo ele, “a ideia é fazer isso de forma gradual”.

“Essas questões estão sendo tratadas pela área técnica e logo que tenhamos uma posição nós vamos informar à população do Brasil”, disse Queiroga, na noite desta quarta-feira (6).

O ministro pediu que estados e municípios não tentem se antecipar ao governo federal, por mais que cada ente federativo tenha um momento epidemiológico diferente. Segundo Queiroga, é importante que todos aguardem a recomendação da Saúde para desobrigar o uso das máscaras.

“Todos nós ficamos muito ansiosos com essa questão da pandemia. Vamos trabalhar para trazer mais tranquilidade sanitária ao país. Eu tenho conversado bastante com o presidente Jair Bolsonaro, e ele tem nos dado muito apoio para que nós possamos realizar as políticas públicas do interesse da sociedade. A gente está vivendo um momento melhor e vamos continuar trabalhando juntos”, destacou.

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