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Sem aparelho

Motoristas descumprem lei que proíbe abuso de películas escuras e falta fiscalização na Paraíba

Apesar de ser uma infração considerada grave, a fiscalização praticamente inexiste na Paraíba, devido justamente à insuficiência de equipamentos para aferir a luminosidade do vidro.

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Fotos: Walla Santos        

Basta trafegar pelas rodovias paraibanas ou até mesmo nas ruas de grandes ou pequenas cidades que é possível observar muitos veículos descumprindo a legislação que estabelece a aplicação de películas escuras em carros. Segundo a legislação, o para-brisa dianteiro deve ter uma transparência mínima de 75%. Já a quantidade de transparência no para-brisa colorido e nos vidros laterais dianteiros deve ser 70%. Os vidros traseiros podem ser mais escuros, sendo exigida transparência de pelo menos 28%.

A instalação de uma película fora dos padrões exigidos pela legislação é considerada uma infração grave e pode render uma multa de R$ 195,23, além de cinco pontos na carteira de habilitação e a retenção do veículo para regularização.

A fiscalização é feita pelos órgãos de controle do trânsito. Nas rodovias federais a fiscalização cabe à Polícia Rodoviária Federal (PRF) enquanto que nas cidades, a fiscalização é feita pelo Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran).

Apesar de ser uma infração considerada grave, a fiscalização praticamente inexiste na Paraíba, devido justamente à insuficiência de equipamentos para aferir a luminosidade do vidro.

O subtenente Cavalcante, coordenador do BPTran, o órgão não possui um aparelho sequer para aferir a luminosidade dos vidros. Apesar disso, eles permanecem fiscalizando pelo menos a aplicação de película nos vidros dianteiros. Em entrevista ao ClickPB, ele ressaltou que “em blitz, quando a gente se depara com os carros irregulares, pede para que o condutor retire o fumê dianteiro”.

Já de acordo com informações do posto da PRF em Farinha, existe um aparelho para aferição da luminosidade na delegacia. No entanto, essa fiscalização é feita somente em comandos específicos. O agente da PRF que atendeu a equipe de reportagem do ClickPB informou que “existe a fiscalização, mas a gente não faz no dia a dia porque não tem quantidade suficiente para todas as viaturas”.

A informação é de que os aparelhos deverão chegar à superintendência da Polícia Rodoviária Federal para depois serem distribuídos para os postos de fiscalização da PRF e também para o BPTran.

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