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Sindicato de escolas entra na Justiça para volta das aulas em São Paulo

Caso deferida, a ação vale para todas as escolas filiadas ao Sieeesp e sediadas no município de São Paulo.

Ele afirmou ser "temerário" o retorno às aulas com uma prevalência de 16,1% do coronavírus nas crianças, inclusive por ser mais difícil manter o distanciamento social dentro da sala de aula. (Foto: Reprodução)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo) entrou com um mandado de segurança contra o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), para o retorno opcional das escolas particulares para atividades educacionais presenciais a partir de 8 de setembro.

A ação foi protocolada nesta quinta-feira (20) e tramita no Tribunal de Justiça. O sindicato argumenta que o Plano São Paulo prevê a possibilidade de retorno de atividades de acolhimento, reforço e recuperação aos seus alunos, com o devido protocolo sanitário e dentro do percentual permitido.

Caso deferida, a ação vale para todas as escolas filiadas ao Sieeesp e sediadas no município de São Paulo.

Quando a possibilidade de retorno opcional em setembro foi anunciada pelo governador João Doria (PSDB), o Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de São Paulo) afirmou que a medida atenderia ao que se defende para a volta às aulas. "De forma gradual e regionalizada, onde o número de casos está menor", disse Benjamin Ribeiro, presidente da entidade, à época.

Nesta terça-feira (18), no entanto, Covas anunciou que as aulas em escolas na capital não devem retornar em setembro. O anúncio foi feito durante entrevista à imprensa, junto à divulgação da primeira fase de inquérito sorológico desenvolvido pela prefeitura para avaliar a parcela da população de crianças que já contraiu o vírus.

Ele afirmou ser "temerário" o retorno às aulas com uma prevalência de 16,1% do coronavírus nas crianças, inclusive por ser mais difícil manter o distanciamento social dentro da sala de aula.

A pesquisa apontou ainda que 25,5% das crianças testadas moram com pessoas com 60 anos ou mais. Do total de crianças analisadas, 64,4% responderam não ter sintomas de Covid-19 frente a 35,6% que relataram sintomas. A taxa de assintomáticos entre as crianças de 4 a 14 anos é cerca de 50% maior do que a reportada para a população geral (42,5%).

Para Covas, a taxa elevada de crianças assintomáticas foi um dos pontos que balizou a decisão de não retomada das aulas no município em setembro.

A prefeitura ainda não se manifestou a respeito do ingresso da ação.

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