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Christine Lagarde é escolhida como a nova diretora-gerente do FMI

A francesa Christine Lagarde foi escolhida como nova diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), informou nesta terça-feira (28) o organismo

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A francesa Christine Lagarde foi escolhida como nova diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), informou nesta terça-feira (28) o organismo. Ela torna-se a primeira mulher à frente do principal cargo do fundo.

O comitê executivo do fundo, com 24 países-membros, nomeou por unanimidade a francesa para um mandato de cinco anos, começando em 5 de julho, segundo comunicado.

"Sinto-me honrada e feliz de que o comitê tenha me escolhido", disse ela em seu Twitter logo após a divulgação da notícia.

Mais tarde, em comunicado, ela disse que seu objetivo será manter o organismo financeiro com os mesmos foco e espírito do passado, buscando "crescimento mais forte e sustentável" e "estabilidade macroeconômica".

Em outro comunicado, a presidência da França celebrou o fato de uma mulher ter conquistado o posto.

A vitória da francesa de 55 anos foi assegurada após países emergentes como Brasil, China e Rússia terem declarado apoio a ela. Os EUA também endossaram o nome da francesa.

Lagarde, ministra de Finanças da França, derrotou na disputa Agustín Carstens, presidente do Banco Central do México. Derrotado, Carstens desejou sorte à vencedora e disse que ela será uma líder "muito competente" do fundo.

Lagarde vai suceder ao também francês Dominique Strauss-Kahn, que renunciou após envolvimento em um escândalo sexual em Nova York, no qual foi acusado de atacar sexualmente uma camareira de hotel.

O Brasil havia anunciado pouco antes o apoio a ela, por meio do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Trajetória
Nascida em Paris em 1º de janeiro de 1956, Lagarde estudou direito e ciências políticas e completou sua formação acadêmica nos EUA.

Ela começou a carreira como advogada em 1981, como colaboradora do escritório americano Baker e McKenzie em Paris. Ela foi subindo hierarquicamente e, em 1999, tornou-se presidente do comitê executivo da empresa em Chicago, atuando em defesa de empresas multinacionais.22

Em 2006, a revista "Forbes" a colocou em sua lista de mulheres mais influentes do mundo, citando sua visibilidade na média e seu poder no mundo da economia e das finanças.

Entre 2004 e 2005, foi presidente do comitê estratégico mundial da Baker & McKenzie, e em 2005 foi membro do conselho de vigilância do banco holandês ING Group.

Ainda em 2005, voltou à france, onde começou sua carreira política, quase no fim do mandato do presidente Jacques Chirac (1995-2007), como ministra do Comércio.

Com a chegada do conservador Nicolas Sarkozy ao poder, Lagarde foi designada para o Ministério da Agricultura, e depois para o Ministério de Economia e Finanças. Ela foi a primeira ministra da economia mulher entre os países do G7.

Seu prestígio cresceu no país e internacionalmente durante o combate aos efeitos da crise financeira de 2008.

Em 2009, o "Financial Times" a escolher "ministro das Finanças do ano", citando sua determinação para enfrentar a pior recessão francesa no pós-guerra.

Mãe de dois filhos, Lagarde pratica ioga todas as manhãs, segundo pessoas do seu círculo.

Desde maio, ela percorreu vários países emergentes, iniciando pelo Brasil, para promover sua candidatura.

Os países europeus apoiaram sua candidatura imediatamente.

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