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Acusado de matar escrivão da Polícia Civil é condenado a 21 anos de prisão

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu, por unanimidade, manter a sentença do 2º Tribunal do Júri da Comarca da Capital

De acordo com os autos do processo, Marcelo Ramos Alves e a vítima se envolveram em um acidente de trânsito, no bairro Valentina de Figueiredo, em João Pessoa, no ano de 2016. (Foto: Walla Santos)

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Um homem foi condenado a 21 anos de prisão por matar o escrivão da Polícia Civil Waldir Ponce de Leon, no Valentina Figueiredo, bairro da zona sul de João Pessoa.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu nesta terça-feira (12), por unanimidade, manter a sentença de 21 anos do 2º Tribunal do Júri da Comarca da Capital.

O relator do processo foi o desembargador Carlos Beltrão.

Marcelo Ramos Alves foi sentenciado a 21 anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, para assegurar a impunidade de outro crime e mediante recurso que impossibilitou a defesa do ofendido.

LEIA MAIS: Acusado de matar escrivão da polícia diz que andava armado para “se defender de inimigos”

De acordo com os autos do processo, Marcelo Ramos Alves e a vítima se envolveram em um acidente de trânsito, no bairro Valentina de Figueiredo, em João Pessoa, no ano de 2016.

Durante a discussão após o acidente, Marcelo Ramos Alves alegou que Waldir Ponce de Leon não deveria chamar a polícia porque ele "mexia" com drogas e "tinha muito dinheiro". Waldir se identificou como policial civil e informou que estava armado.

Marcelo Ramos Alves então sacou uma arma e disparou contra a vítima, que morreu no local.

O réu fugiu da cena do crime e, depois de um mês, se desfez da arma, do veículo e fugiu para o Rio de Janeiro.

“Da atenta análise dos autos, não restou provado que o acusado agiu para repelir agressão injusta iminente e usou de meios necessários moderados com o intento de defender-se. Assim, os jurados, ao preferirem a narrativa condenatória, não contrariaram de forma manifesta as provas. Logo, o julgamento não comporta anulação”, concluiu o desembargador Carlos Beltrão.

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