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De Cajazeiras

Após aplicação de silicone industrial em clínica clandestina, mulher morre em hospital em João Pessoa

A unidade de saúde informou ao ClickPB que ela deu entrada na instituição nessa terça-feira (4), às 16h52, e veio a óbito às 3h da madrugada desta quarta-feira (5).

Maísa foi internada em estado gravíssimo e diagnosticada com embolia pulmonar, que é a obstrução de artérias com coágulos de sangue. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

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A militante LGBT, Maísa Andrade, de 34 anos, morreu no Hospital de Trauma de João Pessoa após aplicar silicone industrial na perna em uma clínica clandestina no bairro do Varadouro, na Capital. A unidade de saúde informou ao ClickPB que ela deu entrada na instituição nessa terça-feira (4), às 16h52, e veio a óbito às 3h da madrugada desta quarta-feira (5).

O Samu socorreu a vítima até o hospital. Ainda de acordo com informações da assessoria do Trauma de João Pessoa ao ClickPB, Maísa foi internada em estado gravíssimo e diagnosticada com embolia pulmonar, que é a obstrução de artérias do pulmão com coágulos de sangue.

O Movimento em Defesa dos Direitos Humanos da População LGBT do Município de Cajazeiras, do qual a mulher trans morta era integrante, divulgou nota em rede social lamentando a morte dela. Maísa era nascida e moradora do município do Sertão da Paraíba.

Veja a nota do grupo na íntegra


Nota de Falecimento do Movimento em Defesa dos Direitos Humanos da População LGBT do Município de Cajazeiras-PB

É com profunda tristeza que o Movimento EM Defesa dos Direitos Humanos de Cajazeiras-PB, vem informar aos amigos/as, aos nossos militantes e a nossa base social, o falecimento da companheira Maysa Andrade, na manhã do dia 05 de Fevereiro de 2020.

O Movimento LGBT se despede dessa guerreira e dá continuidade ao seu legado, transmitindo todo o aprendizado de seus atos para as próximas gerações.

Joyce Montinelly Oliveira

Representante do Movimento e Articuladora de Ações


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