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Operação Famintos

Empresários marcavam encontros para partilha dos valores desviados através de grupo no WhatsApp, aponta PF

A Famintos investiga fraudes em licitações da merenda escolar em Campina Grande e já teve três fases deflagradas para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão.

O documento da PF aponta que no grupo de WhatsApp eles marcavam o encontro para a divisão dos valores desviados da merenda escolar. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

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A investigação da Operação Famintos aponta que os empresários investigados usavam grupos de WhatsApp para marcar encontros. Essa operação da Polícia Federal na Paraíba investiga fraudes em licitações da merenda escolar em Campina Grande e já teve três fases deflagradas para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. A mais recente foi executada no dia 26 de setembro.

O documento da PF aponta que no grupo de WhatsApp eles marcavam o encontro para a divisão dos valores desviados da merenda escolar. Todas as informações constantes no relatório foram colhidas após análise dos celulares de Flávio Souza Maia e Marco Antônio Querino da Silva. O grupo no 'Whats' foi criado no dia 13 de dezembro de 2018, às 7h40, por Marco Antônio Querino.

Flávio Souza Maia, Marco Antônio Querino da Silva, Severino Roberto Maia de Miranda, o vereador Renan Maracajá, Frederico de Brito Lira, Ângelo Felizardo e Azuilo Santana de Araújo Filho e outro membro não identificado pela PF integravam o grupo no WhatsApp.

Um dos membros fala da cautela que os integrantes do grupo devem ter de apagar as mensagens.

A Operação Famintos tem a denúncia de 16 pessoas junto ao Ministério Público Federal (MPF).


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