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Vaticano

Papa Francisco dá paracetamol de presente para funcionários

Segundo o jornal "Il Messagero", a sugestão do presente inusitado veio do cardeal Konrad Krajewski, o esmoleiro do Vaticano e um dos conselheiros mais próximos do Pontífice na atuação social e de caridade da Igreja Católica.

Outro ponto, segundo o "Il Messagero", é que também as finanças vaticanas foram duramente afetadas pela pandemia, com os constantes fechamentos dos museus e da ausência dos fiéis nas missas e cerimônias. (Foto: Reprodução)

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O papa Francisco deu um presente inusitado de fim de ano para os funcionários do Vaticano: cada um deles recebeu cinco caixas de paracetamol, informou a mídia italiana em notícia confirmada pelo padre Anthony Currer.

"Sinal dos tempos: acabei de receber com a mensagem 'um presente do Papa'. É um presente no lugar do panetone e do Prosecco nesse ano?", escreveu o padre que trabalha no Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos com uma foto das caixas dos remédios.

Segundo o jornal "Il Messagero", a sugestão do presente inusitado veio do cardeal Konrad Krajewski, o esmoleiro do Vaticano e um dos conselheiros mais próximos do Pontífice na atuação social e de caridade da Igreja Católica. Isso porque, o hemisfério norte está entrando no inverno, estação propícia para a propagação de gripes e resfriados. Além disso, a publicação destaca que entre os quatro mil funcionários do Vaticano, muitos têm famílias que - assim como em toda a Itália - sofrem com a crise financeira por conta da pandemia da Covid-19 e o presente seria uma forma também de diminuir gastos com remédios básicos.

Outro ponto, segundo o "Il Messagero", é que também as finanças vaticanas foram duramente afetadas pela pandemia, com os constantes fechamentos dos museus e da ausência dos fiéis nas missas e cerimônias. "Todavia, sobre o corte de pessoal - que é o maior custo - o Papa Francisco nem quer saber e continua a repetir aos cardeais que fazem parte do Conselho que o ajuda a reescrever a reforma da Cúria que os postos de trabalho devem permanecer íntegros", diz o jornal destacando que o orçamento preliminar de 2020 do Vaticano foi aprovado com uma perda de 53 milhões de euros.

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