Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Notícias Policiais

Editoria sobre Policial ir para editoria →

Execução

Delegado paraibano diz que Geffeson Moura foi executado sem apresentar reação e arma apontada como dele foi plantada por policiais de Sergipe

Os policiais plantaram arma para dizer que o empresário teria reagido à abordagem, o que não ocorreu.

Empresário tinha 31 anos e provavelmente foi confundido com traficante (Foto: Reprodução Redes Sociais)

Por

O empresário paraibano Geffeson Moura, morto em uma operação da Polícia Civil de Sergipe realizada em Santa Luzia na quarta-feira (17), foi sumariamente executado, conforme revelou o delegado paraibano Sylvio Rabelo. Um delegado e um agente da Polícia Civil de Sergipe, além de um policial militar daquele mesmo estado, foram presos nessa terça-feira (23) pelo crime. Sylvio Rabelo afirmou que os agentes de Sergipe alteraram a cena do crime e plantaram uma arma, podendo incorrer também em fraude processual.

Geffeson Moura tinha 31 anos e estava viajando de João Pessoa para Cajazeiras, no Sertão paraibano, para visitar a família, mas nunca chegou ao destino. Ele foi abordado pela polícia sergipana no meio do caminho, em Santa Luzia, e acabou sendo morto com sete a oito tiros. A operação policial procurava um traficante de drogas com mandado de prisão em aberto, e a suspeita é de que Geffeson tenha sido confundido com esse procurado.

''O que vem na nossa cabeça é que ele era muito parecido com o homem procurado e aí faltou a polícia fazer a abordagem da forma correta'', comentou Sylvio Rabelo. 

Logo após o crime, o delegado da Polícia Civil de Sergipe se apresentou na delegacia de homicídio de Patos, levando uma arma que disse ser da vítima, e justificando que teria atirado porque o homem estava armado e esboçou reação. Mais tarde, porém, a polícia descobriu que a arma tinha origem de Sergipe, de onde vieram os policiais, e não era de Geffeson.

LEIA MAIS:

''Era um rapaz bom, de boa família, que não tinha nenhum envolvimento com o crime e nunca teve arma'', disse o delegado Sylvio Rabelo. ''A gente lamenta a morte dele'', completou.
Testemunhas que depuseram sobre o crime afirmam que Geffeson tentou se identificar antes de ser morto, mas não teve chance de desfazer o engano da polícia.

Além da arma plantada, Sylvio Rabelo afirmou que a polícia sergipana também moveu o carro de Geffeson e revistou o veículo, adulterando a cena do crime, além de ter levado o corpo para o hospital de Santa Luzia, afirmando que ele estava vivo e morreu no hospital, quando na verdade ele morreu no local dos tiros, que foram à queima-roupa.

Os agentes envolvidos estão temporariamente presos na sede da Polícia Civil em Aracaju e uma equipe da polícia civil paraibana será enviada ao local para realizar as últimas diligências sobre o caso. O delegado Sylvio Rabelo disse que deve pedir a prisão preventiva dos investigados quando acabar o prazo da prisão temporária.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

Suspeito é preso e indica local onde corpo do homem acusado de abusar de criança foi deixado em João Pessoa

Assembleia Legislativa aprova em dois turnos criação da Polícia Penal da Paraíba

Bandidos arrombam supermercado e fogem levando 40 iphones, tablets e relógios em João Pessoa

Jovens são assassinados a tiros e Polícia prende quatro pessoas suspeitas de cometer o crime em Jacaraú