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Crime

Empresa de táxi aéreo apresenta notas ‘frias’ de mercadorias e Polícia Civil acredita em ‘conivência’ para transporte de drogas para Paraíba

Aeronave transportava mais de 700 kg de cocaína e veio da cidade de São Paulo com destino ao município de Catolé do Rocha, na Paraíba.

A aeronave com a droga foi interceptada no dia 09 de dezembro de 2020, no aeroporto em Catolé do Rocha, na Paraíba. (Foto: Divulgação)

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A empresa de táxi aéreo, responsável pela aeronave que transportou mais de 700 kg de cocaína de São Paulo para o município de Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, apresentou notas ‘frias’ das mercadorias que estavam sendo carregadas. Com isso, a Polícia Civil acredita em ‘conivência’ da empresa em relação ao transporte da droga. A informação foi dada ao ClickPB pelo Superintendente da Polícia Civil de Patos, o delegado Sylvio Rabello, que frisou a participação também da Polícia Federal nas investigações. A droga foi interceptada no dia 09 de dezembro de 2020.

“Dentro das investigações há indícios de que há uma certa conivência por parte da empresa porque eles nos apresentaram, na prisão em flagrante, uma nota fria da mercadoria”, frisou. Além disso, comentou que a mercadoria transportada não tinha seguro. “A gente passou a comunicar e a informar todas essas diligências ao juiz. Ficamos envolvidos 48 horas nesse procedimento”, pontuou.

Como procedimentos, o delegado recorreu a Justiça para seguir com as investigações. Foram feitas várias ações e petições como evitar que a aeronave fosse restituída para a empresa e que o avião ficasse guardado no hangar do Governo do Estado da Paraíba, que fica no Aeroporto Castro Pinto, no município de Bayeux.

"Ali era para ficar guardada, mantida e conservada. Pedimos também o confisco da aeronave, através de uma medida judicial para que ela fosse destinada a segurança pública, ao Governo do Estado, para que fosse utilizada no combate ao tráfico de drogas”, ressaltou o delegado Sylvio Rabello. Foram pedidas cinco prisões preventivas e acatadas pela Justiça, assim como também manter a aeronave com a Polícia Civil até conclusão das investigações. São eles: piloto, co-piloto, duas pessoas responsáveis pela carga e um que tomava conta do aeroporto em Catolé do Rocha. 

“Ao final das investigações ele [juiz] quer aguardar ao término das investigações para ele aprecie o pedido do confisco da aeronave. A gente está no aguardo porque nós compartilhamos os procedimentos com a Polícia Federal. E nesse momento a Polícia Federal e Polícia Civil estão investindo nessa ocorrência”, afirmou.

O delegado Sylvio Rabello destacou que as investigações continuam e a Polícia Civil trabalha com a hipótese de participação da empresa responsável pela aeronave. “Estamos só no aguardo das investigações para a gente provar ao judiciário que a empresa, proprietária da aeronave, tem participação no crime . A gente está nessas investigações e ao tudo indica que, só pelo fato do juiz deixar aeronave apreendida conosco, já é um passo muito importante”, finalizou. Caso o juiz decida que o estado da Paraíba fique com o avião, o delegado frisou que será utilizado no combate ao tráfico de drogas.

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