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Alph

Polícia investiga suposta participação da guarda da UFPB em assassinato de estudante

O estudante Clayton Tomaz de Sousa, conhecido como Alph, que foi encontrado morto nesta semana, se sentia perseguido e ameaçado pelos guardas.

Alph estava sendo procurado pela família desde o dia 6 de fevereiro (Foto: Reprodução)

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O estudante Clayton Tomaz de Souza, de 31 anos, divulgou, antes de morrer, um vídeo nas redes sociais no qual afirma ser perseguido pelos funcionários da segurança da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde estudava Filosofia. "Se eu aparecer morto foram eles, não tem outros, foram os guardinhas da UFPB", diz ele no vídeo (veja abaixo). O delegado responsável pelo caso, Carlos Othon, afirmou que a investigação não descarta nenhuma hipótese e a possível participação da guarda no crime será investigada.

Outras publicações nas redes sociais indicam que Alph, apelido pelo qual o estudante era conhecido, denunciava supostos abusos cometidos pelos guardas da segurança privada da instituição de ensino e por isso sofria ameaças. "Fui ameaçado pela guarda armada, temo pela minha segurança, pelo meu bem estar, mas jamais me calarei, mesmo eles querendo me fazer o mal...", escreveu o estudante em uma de suas postagens.



O delegado Carlos Othon contou que Alph respondia a um processo federal por depredação de patrimônio público da UFPB, ocasião em que ele foi detido por um dos guardas da instituição, e foi assim que os conflitos entre o estudante e a guarda começaram.

Clayton Tomaz de Souza foi encontrado morto, com marcas de tiros, às margens de uma estrada em Gramame, na Capital. O corpo foi identificado pelo pai do estudante nessa segunda-feira (17). Ele estava desaparecido desde o dia 6 de fevereiro.
Outros estudantes da UFPB e amigos do rapaz realizarão nesta terça-feira (18), às 19h, o ato Alph Presente! na Praça da Alegria do Campus I da UFPB, em João Pessoa. O ato pede justiça para Alph.


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