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Felipe Lobo analisa disputa de título no ONE: “Vou ter que começar forte”

No Mundo da Luta #267, o apresentador e produtor Marcelo Russio, ao lado do narrador Luiz Prota e do produtor […]

Felipe Lobo analisa disputa de título no ONE: "Vou ter que começar forte"

No Mundo da Luta #267, o apresentador e produtor Marcelo Russio, ao lado do narrador Luiz Prota e do produtor Zeca Azevedo, conversaram com Felipe Lobo, brasileiro que vai disputar o cinturão peso-galo (até 65,8kg) de muay thai do ONE contra Jonathan Haggerty. O lutador falou da sua experiência de morar na Tailândia, dos treinos e da expectativa para o embate no dia 16 de fevereiro, em Bangkok, com transmissão ao vivo do Combate.

Na entrevista especial desta semana, o paulista de São Vicente Felipe Lobo analisou seu duelo pelo cinturão no próximo mês. Ele já disputou o título em 2022, quando encarou a lenda tailandesa e então campeão Nong-O Gaiyanghadao. Daquela vez, acabou nocauteado no terceiro round, mas pegou a luta com apenas duas semanas de antecedência.

– Naquela primeira oportunidade aconteceu que o Nong-O lutaria com um russo (Alaverdi Ramazanov) e o russo não podia vir para Tailandia. De última hora, o ONE me chamou para entrar na luta. Tive duas semanas de treino para essa luta no lugar do russo. Pensei: é uma grande oportunidade para mim, mas é risco. E meu antigo treinador aqui na Tailandia falou para pegarmos essa oportunidade e entrar e lutar. Tive duas semanas de treinos. O Nong-O é um cara muito experiente aqui na Tailandia, muito habilidoso. Ele venceu a luta no terceiro round, provavelmente tinha me estudado bastante, e entrei com muito pouco tempo e estudo para saber a pegada que ele começaria na luta (…). Estou treinando bem forte. É totalmente diferente você lutar e analisar o seu oponente, ter um tempo de treino, que é o que estou tendo agora. Estou muito feliz de estar disputando esse cinturão e creio que vai ser uma grande guerra, uma grande vitória.

Felipe, 30 anos, se recuperou da derrota ao vencer a única luta que fez no ano passado, quando nocauteou Saemapetch Fairtex no terceiro round. Um mês depois dessa luta, Jonathan Haggerty nocautearia Nong-O Gaiyanghadao para se tornar o novo campeão dos galos no muay thai.

– Via o tailandês mais favorito por conta da habilidade. Nong-O é um lutador muito habilidoso, mas o Haggerty é um moleque que é novo e está entrando com tudo nos primeiros rounds. Nas últimas duas lutas que ele fez, entrou com tudo. A gente não pode dar muito espaço, principalmente com luva pequena de MMA (…). Essa luta vou ter que começar forte também, vou ter que seguir ele. Se ele começar forte, vou começar forte e vai ser nessa pegada. A gente não pode dar muito espaço para ele crescer na luta.

Felipe Lobo, que estava no córner de Fabrício Andrade quando o companheiro de equipe disputou o cinturão de kickboxing com Jonathan Haggerty, tendo sido nocauteado no segundo round, também explicou o bate-boca que teve com o inglês assim que a luta acabou.

– Ele já vem me chamando desde a minha última luta com Saemapetch. Quando acabou a minha luta com Saemapetch, no hotel ele passou por mim e falou: “gostei de ver você lutar, você é o próximo”. Vamos nos encontrar então. No ringue, no dia da luta com Fabrício, foi a mesma coisa. Ele passou por mi e falou: “você é o próximo”. Falei: “vamos ver o que vai acontecer na próxima então, estou te esperando”. Vieram os treinadores dele falando um monte de coisa, mas não deu para entender (…). Ele gosta de falar bastante, é falador.

O brasileiro, integrante da equipe Tiger Muay Thai, em Phuket, se disse pronto para tudo que o adversário trouxer para a luta, mas o foco é frustrá-lo com um jogo de abafa desde o início.

– Haggerty é um lutador muito versátil, está sempre mudando de base, tem um timing muito bom e uma precisão muito boa, de acertar o golpe em linha, desperdiça pouco golpe. Estou fazendo um jogo para abafar isso, não deixar ele trabalhar muito com esse estilo meio livre. É uma das estratégias. Estou me preparando para tudo, caminhar para trás, andar pra frente, abafar, mas tenho em mente que não posso deixá-lo ficar confortável na luta.

 

 

 

 

 

Fonte: Combate

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