Nocaute

Marcelo Golm busca recuperação em estreia na PFL

Após um ano afastado do cage, Marcelo Golm, ex-lutador do Bellator e suplente na temporada regular da PFL, estará em […]

Marcelo Golm busca recuperação em estreia na PFL

Após um ano afastado do cage, Marcelo Golm, ex-lutador do Bellator e suplente na temporada regular da PFL, estará em ação no dia 4 de abril. No card preliminar, o brasileiro enfrenta o norte-americano Jordan Heiderman no Boeing Center em San Antonio, Texas, nos Estados Unidos.

A trajetória de Golm no mundo da luta é um pouco peculiar, tendo começado em um projeto de MMA promovido pelo Corinthians. Multicampeão no futebol, o clube paulista desempenhou um papel crucial na carreira do atleta. Por lá, deu os primeiros passos no esporte, mas não nos campos, como muitos jovens costumam fazer.

Em entrevista exclusiva ao Combate.com, ele relembrou do tempo que se preparava no centro de treinamento do time, exclusivo para a modalidade, e sobre o nível de cobrança da torcida, que costuma ser intensa no futebol.

– O Corinthians começou com esse projeto porque, na época, teve aquele boom do MMA. O Anderson Silva tinha lutado com o Vitor Belfort, então isso deu aquela explosão de MMA no Brasil. Eu fiquei lá por oito anos. Foi um aprendizado incrível. Tive ótimos treinadores lá, parceiros de treinos que são amigos que eu vou levar para a vida toda. Tinha pressão, mas nada se compara ao futebol. A galera lá é fanática. Quando o time perdia, a galera invadia o clube, era coisa de louco, mas não se comparava à pressão do futebol.

Na expectativa pelo duelo, que será disputado no peso-pesado (até 120kg), Golm demonstrou confiança e tranquilidade. Segundo ele, esse sentimento vem após uma excelente preparação, marcada pela intensidade nos treinos e sem a incidência de lesões.

Em 2015, atuando por competições nacionais, Marcelo estreou profissionalmente com um triunfo diante de Jhonny Pereira por nocaute técnico. Contando com esse êxito, engatou uma sequência invicta de cinco confrontos, o que despertou o interesse do UFC. No entanto, a passagem pelo Ultimate foi apagada, marcada por três derrotas e apenas uma vitória no currículo.

Há quase três anos subiu ao cage do Bellator pela primeira vez, quando nocauteou o norte-americano Billy Swanson. Entretanto, em março de 2023, sentiu o gosto da derrota contra Daniel James. Com isso, o atleta paulista compartilhou um dos métodos aplicados para virar a chave e focar no próximo oponente após um revés.

– Eu tiro uma semana de luto, tenho uma semana para ficar triste. Ao fim dessa semana, eu não penso mais. Eu fico por uma semana mal, mas eu estipulo essa data porque é a semana que eu volto para treinar. Passou, não existe, não tem como voltar lá e fazer tudo de novo. Você pode aprender. Pode visitar uma derrota para melhorar, ver o que pode fazer e não errar mais no que errou.

O competidor conta com um cartel de 10 vitórias e quatro derrotas- sendo sete nocautes e três finalizações. Na carreira, em oito oportunidades dos 10 triunfos, liquidou a fatura ainda no primeiro round.

– Eu sempre vou para nocautear, para terminar a luta. É claro, às vezes, a gente não consegue fazer isso. Não depende só da gente, tem um cara ali do outro lado que está tão bem preparado quanto. Mas eu sempre vou para nocautear. Essa aí é a minha previsão, é o que eu acho que vai acontecer, é o que eu vou buscar.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Combate

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