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Bolsonaro diz que editará três decretos sobre armas na próxima semana

"Arma evita que um governante de plantão queira ser ditador", afirmou o presidente, em evento no Paraná.

As afirmações foram feitas em Cascavel (PR), onde o presidente participou, neste quinta-feira (4) da cerimônia de inauguração do Centro Nacional de Treinamento de Atletismo (CNTA). (Foto: Alan Medeiros/RPC)

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que, na próxima semana, editará três decretos sobre armas e CAC's (Caçadores, Atiradores e Colecionadores). "Semana que vem, vamos baixar mais três decretos sobre armas e Cac. Arma é um direito de vocês, arma evita que um governante de plantão queira ser ditador, eu não tenho medo do povo armado, muito pelo contrário, me sinto muito bem em estar ao lado do povo de bem armado em nosso Brasil", apontou.

As afirmações foram feitas em Cascavel (PR), onde o presidente participou, neste quinta-feira (4) da cerimônia de inauguração do Centro Nacional de Treinamento de Atletismo (CNTA).

"Se vocês policiais raciocinarem em fração de segundos se aperta o gatilho ou não, você pode perder a sua vida para um marginal. Eu pretendo botar em votação, já acordado e conversado com os presidentes da Câmara e do Senado e vai passar pelo Parlamento o excludente de ilicitude. O policial em operação tem que ter uma garantia e quem manda as Forças Armadas para a rua numa GLO (operação de Garantia da Lei e da Ordem) sou eu. Quem bota na rua a Polícia Militar é o governador Ratinho (do Paraná)", apontou.

Bolsonaro destacou que policiais chefes de família e trabalhadores, não podem sofrer processos após ocorrências do tipo em trabalho em campo.

"Nós temos que ter responsabilidade. Homens sérios, honestos, chefes de família, trabalhadores não podem, após o cumprimento da missão, receber a visita do oficial de Justiça para começar a responder a um inquérito, ou até mesmo receber uma ordem de uma prisão preventiva. Isso não pode acontecer. Se ele está armado nas ruas, é porque nós colocamos as armas nas mãos deles".

Por fim, ele se disse confiante de que o Congresso saberá "aperfeiçoar a medida e aprová-la para o bem de todos". "Eu tenho certeza de que o Parlamento, muito bem representado aqui por praticamente 20 deputados federais e dois senadores do Paraná e de Santa Catarina, saberá aperfeiçoar esse projeto e aprová-lo para o bem de todos nós", concluiu.

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