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Bolsonaro inclui parques da Serra da Canastra e do Cipó em programa de concessões

Conforme publicado no Diário Oficial da União, quatro parques e uma floresta entraram no rol das unidades de conservação do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

O presidente Jair Bolsonaro (Foto: EVARISTO SÁ/AFP - 04.02.2022)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — O presidente Jair Bolsonaro (PL) incluiu nesta terça-feira (8) os parques nacionais da Serra da Canastra (MG) e a Serra do Cipó (MG) no programa de concessões do governo federal.

Conforme publicado no Diário Oficial da União, quatro parques e uma floresta entraram no rol das unidades de conservação do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Além dos dois parques mineiros, também foram incluídos o Parque Nacional de Caparaó, entre o Espírito Santo e Minas Gerais, e a Floresta Nacional de Ipanema, em São Paulo.

Já o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, do Rio de Janeiro, foi incluído no Programa Nacional de Desestatização, segundo o Palácio do Planalto.

"A medida visa a promover a concessão das referidas Unidades de Conservação à iniciativa privada para a execução dos serviços públicos de apoio à visitação, com previsão do custeio de ações de apoio à conservação, à proteção e à gestão", disse o Planalto, por meio de nota.

O governo diz que a participação das unidades de conservação no programa de concessões trará "um aumento do fluxo turístico nacional e internacional, com consequente benefício para a região, incluindo a geração de emprego, renda e desenvolvimento socioeconômico".

Na primeira semana do ano, o Parque Nacional Serra da Canastra foi palco de uma tragédia que levou à morte de dez pessoas.

Um paredão em Capitólio, região turística da serra, desabou em cima de grupos de turistas que passeavam em lanchas no Lago de Furnas. As imagens, registradas por vídeo, chocaram o mundo.

Em artigo no blog Ciência Fundamental, do jornal Folha de S.Paulo, o geólogo Pedro do Val, professor da Universidade Federal de Ouro Preto, diz que a tragédia era esperada.

"A boa notícia é que temos ferramentas científicas avançadas e profissionais capacitados para quantificar o fenômeno e, assim, contribuir para a criação de um turismo ecogeológico mais seguro", diz Val no artigo.

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