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Brasil alimenta o mundo preservando o meio ambiente, diz Guedes

Para Guedes, países se "escondem atrás de políticas protecionistas" ambientais enquanto condenam o Brasil.

Em junho, a Amazônia teve mais uma alta de desmatamento em relação ao ano anterior, registrando o maior número desde 2016. Foi o 14º mês seguido de aumento de desmate no bioma. (Foto: Reprodução)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio a recordes de desmatamento e queimadas no país, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (13) que o Brasil alimenta o mundo preservando o meio ambiente. Para ele, países se "escondem atrás de políticas protecionistas" ambientais enquanto condenam o Brasil.

Em videoconferência promovida pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), Guedes pediu ajuda a outras nações para promover políticas de preservação, mas disse que a soberania do país precisa ser mantida.

"O Brasil é um país que alimenta o mundo preservando seu meio ambiente. Se há excessos e há erros, corrigiremos. Não aceitaremos o desmatamento ilegal, a exploração ilegal de recursos. O Brasil é um país continental, a Amazônia é maior do que a Europa, é difícil vigiar tudo, é difícil monitorar tudo" disse.

"Nós pedimos compreensão à comunidade mundial. Muita gente se esconde atrás de políticas protecionistas para seus próprios recursos naturais, sua agricultura, condenando o Brasil. Há interesses protecionistas condenando o Brasil, em vez de ajudando o Brasil".

Em junho, a Amazônia teve mais uma alta de desmatamento em relação ao ano anterior, registrando o maior número desde 2016. Foi o 14º mês seguido de aumento de desmate no bioma.

O crescimento ocorre mesmo com a ação Verde Brasil 2, que colocou o Exército na floresta para ajudar no combate ao desmatamento, e com a pressão de investidores internacionais por ações do governo para combate ao desmate.

A região também teve alta dos focos de incêndio. A alta ocorre em relação a 2019, ano marcado pelas queimadas que chamuscaram a imagem ambiental internacional do Brasil.

Movimento similar foi observado no Pantanal, que teve recorde histórico de queimadas mesmo com a pandemia do novo coronavírus.

No encontro, o ministro disse que o Brasil preserva o meio ambiente e os povos indígenas. Ele pediu apoio "para fazer isso melhor".

"Queremos ajuda, queremos compreensão, reconhecemos a importância da preservação ambiental, mas sabemos que somos o povo que melhor preservou seus recursos naturais até hoje", afirmou.

A reunião virtual de ministros da América Latina debateu os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a inclusão social e a informalidade no mercado de trabalho.

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