Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Brasil

Editoria sobre Brasil ir para editoria →

Brasil

Comissão de Ética da Presidência proíbe Moro de advogar por seis meses

A defesa de Moro informou ainda não ter conversado com o ex-ministro e, por isso, ainda não há decisão sobre eventual recurso.

A defesa de Moro informou ainda não ter conversado com o ex-ministro e, por isso, ainda não há decisão sobre eventual recurso. (Foto: Reprodução)

Por

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu nesta terça-feira (2), por unanimidade, proibir o ex-ministro da Justiça Sergio Moro de advogar durante os seis meses de quarentena a que tem que ser submetido após deixar o cargo.

Durante este período, ele continuará recebendo o salário de ministro, cerca de R$ 31 mil. A decisão é justificada pelo fato de que, enquanto esteve no comando da pasta, Moro teve acesso a informações confidenciais.

Também por decisão unânime, o ex-ministro foi liberado para dar aulas. Ele também poderá escrever artigos na imprensa, o que foi autorizado pela maioria (3 a 2).

A defesa de Moro informou ainda não ter conversado com o ex-ministro e, por isso, ainda não há decisão sobre eventual recurso.

Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, um grupo de 14 advogados e juristas apresentou nesta terça uma denúncia contra o ex-ministro da Justiça na Comissão de Ética. É a segunda vez que eles recorrem ao órgão contra Moro.

Liderado por Celso Antônio Bandeira de Mello, os advogados e juristas, que integram o grupo Prerrogativas, afirmam que o ex-ministro cometeu atos de infração ética ao anunciar que atuará como advogado e consultor e ao tecer comentários sobre a relação bilateral entre Brasil e Argentina durante entrevista a um veículo argentino.

Moro anunciou sua saída do governo federal no dia 24 de abril deste ano. Na ocasião, ele apontou fraude no Diário Oficial da União no ato de demissão de Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal e criticou a insistência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a troca do comando do órgão, sem apresentar causas que fossem aceitáveis.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

Polícia Militar prende homem por perturbar sossego e incomodar vizinhança com som alto em Mamanguape

Fundador da rede Ricardo Eletro é solto após prestar depoimento em MG

Toffoli obriga Lava Jato a compartilhar todos os dados com a PGR

Paraibano apontado como líder do 'gabinete do ódio' de Bolsonaro é banido do Facebook sob acusação de espalhar notícias falsas