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Corpo da juíza morta no Pará chegará à Paraíba na noite de hoje e será velado em cemitério em Campina Grande

A juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrada morta dentro do carro do esposo, o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior dentro do carro dele, na terça.

A juíza Monica de Oliveira tinha 46 anos, era paraibana natural de Barra de Santana e trabalhava no Rio Grande do Norte. Ela deixa esposo e dois filhos, sendo uma criança e um rapaz. (Foto: Reprodução/Redes sociais)

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O corpo da juíza Mônica de Oliveira, que morreu no estado do Pará, chegará à Paraíba na noite desta quarta-feira (18). O velório acontecerá no Campo Santo Parque da Paz, em Campina Grande, e o sepultamento será realizado no município de Barra de Santana, cidade de origem da magistrada.

A sobrinha da juíza, Monique Andrade, informou em entrevista à imprensa na tarde de hoje, que o corpo sairia de Belém do Pará no voo das 17h, chegando a Recife às 20h. De Pernambuco o corpo será levado até Campina Grande pela empresa funerária, onde será velado no Campo Santo Parque da Paz.

A sobrinha da juíza disse, mais cedo, que ainda não tinha confirmação do horário do sepultamento.

A juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrada morta dentro do carro do esposo, o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior dentro do carro dele, na manhã da terça-feira (17). Ele levou o veículo até a Divisão de Homicídios da Polícia Civil de Belém.

A sobrinha disse que várias câmeras mostraram o momento em que a juíza paraibana permaneceu no estacionamento "refletindo sobre tudo", segundo relatou a sobrinha, e uma câmera conseguiu captar todo o interior do veículo e mostrou o instante em que a magistrada cometeu o suicídio perto das 23h da segunda-feira (16). "Não há dúvidas", declarou Monique, conforme apurou o ClickPB.

Monique pontuou que o porteiro não foi até a garagem verificar o que houve porque o local é muito amplo e não parecia ser um barulho de algo grave. O marido, então, encontrou o corpo da juíza dentro do carro no dia seguinte. Ela havia saído do apartamento com as malas dizendo a ele que iria viajar.

Monique explicou que a tia fazia acompanhamento com psicólogo e psiquiatra e com medicamentos. Monique defendeu o esposo da juíza dizendo que ele teve um ato de desespero ao conduzir o carro com o corpo até a delegacia e que a família está unida em torno da dor.

A juíza Monica de Oliveira tinha 46 anos, era paraibana natural de Barra de Santana e trabalhava no Rio Grande do Norte. Ela deixa esposo e dois filhos, sendo uma criança e um rapaz.

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