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CPI da Covid ouve servidora do Ministério da Saúde que aprovou compra da Covaxin, apesar de irregularidades

O nome da servidora entrou na rota da investigação após Miranda responsabilizá-la pelo avanço nas tratativas que incluíam o pagamento antecipado de US$ 45 milhões para a Madison Biotech, uma subsidiária em Cingapura da farmacêutica Bharat Biotech.

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BRASÍLIA — A CPI da Covid, no Senado, deve votar nesta terça-feira a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático dos deputados federais Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, e Luis Miranda (DEM-DF). Barros teria sido sido citado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como responsável por um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin. É o que disse Miranda em depoimento à comissão; o parlamentar afirma ter denunciado a Bolsonaro supostas irregularidades e uma pressão atípica no processo de compra do imunizante.

Nesta terça-feira, a CPI ouve a servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva Oliveira, fiscal do contrato para compra da Covaxin e que aceitou dar continuidade ao processo de aquisição da vacina mesmo após constatação de irregularidades na documentação. O nome da servidora entrou na rota da investigação após Miranda responsabilizá-la pelo avanço nas tratativas que incluíam o pagamento antecipado de US$ 45 milhões para a Madison Biotech, uma subsidiária em Cingapura da farmacêutica Bharat Biotech.

A comissão também pode vota a quebra de sigilos no policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que se apresenta como representante comercial da Davati Medical Supply, e do presidente da empresa no Brasil, Cristiano Alberto Hossri Carvalho. Dominguetti, que prestou depoimento à CPI na semana passada, afirmou ter recebido um pedido de propina para a compra de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca.

Segundo o PM, o então diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias teria cobrado US$ 1 por dose.

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