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Deputado Daniel Silveira participa de audiência de custódia

O procedimento foi feito através de videoconferência e presidido pelo juiz instrutor. Deputado foi preso após vídeo com pautas inconstitucionais, como a defesa do AI-5.

Após ser preso, deputado Daniel Silveira (PSL) chega ao IML para fazer exame de corpo de delito. (Foto: Reprodução/TV Globo)

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O deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) participa na tarde desta quinta-feira (18) de uma audiência de custódia na Superintendência da Polícia Federal no Centro do Rio.

Na audiência de custódia, o juiz pode revogar a prisão em flagrante ou convertê-la em prisão preventiva ou temporária, além de avaliar se houve ou não maus tratos durante a detenção.

O procedimento foi feito através de videoconferência e presidido pelo juiz instrutor Aírton Vieira, conforme despacho do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Um grupo de apoiadores do deputado esperava do lado de fora da superintendência nesta quinta. Na véspera, simpatizantes de Silveira agrediram um outro manifestante que trazia um cartaz com alusão à vereadora assassinada Marielle Franco.

Na campanha, Daniel Silveira ficou conhecido por quebrar uma placa com o nome da parlamentar.

A prisão

O parlamentar foi preso na noite de terça-feira (16) depois de divulgar um vídeo no qual faz apologia ao AI-5, instrumento de repressão mais duro da ditadura militar, e defende a destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o que é inconstitucional.

Na quarta-feira (17), o STF decidiu por unanimidade manter a decisão de Moraes que determinou a prisão em flagrante e por crime inafiançável.

Polícia Civil não viu crime em bate-boca com agente

Depois da prisão, o deputado apareceu em um vídeo usando palavrões ao se dirigir a uma funcionária do Instituto Médico Legal (IML), que pediu que ele colocasse máscara antes de realizar o exame de corpo e delito (veja vídeo acima).

Nesta quinta, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) disse que não foi dada voz de prisão por desacato ao deputado pela perita, nem pelos policiais federais, "por entenderem que não houve ofensa aos agentes da lei". "A Direção do Departamento Geral de Polícia Técnica também fez contato com a servidora, que manteve o posicionamento inicial", acrescentou a Civil.

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