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Nutrientes

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert comeram placenta após parto da filha

A prática de ingerir placenta, seja ela cozida, em cápsulas ou in natura, tem se tornado comum especialmente entre celebridades como Kourtney Kardashian.

No vídeo, exibido no programa Bem Juntinhos (GNT) da última quinta (6), chamou a atenção cenas em que eles comem a placenta. (Foto: Reprodução)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após divulgarem que casaram durante a pandemia, Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert mostraram agora imagens do parto de Maria Manoela, filha caçula do casal, que nasceu em outubro de 2019. No vídeo, exibido no programa Bem Juntinhos (GNT) da última quinta (6), chamou a atenção cenas em que eles comem a placenta.

"Para chocar a sociedade", diz a voz de uma mulher enquanto uma profissional de saúde serve a placenta para Fernanda. Em seguida, é a vez de Rodrigo. "Para chocar ainda mais a sociedade", afirma a mesma voz.

A prática de ingerir placenta, seja ela cozida, em cápsulas ou in natura, tem se tornado comum especialmente entre celebridades como Kourtney Kardashian. No Brasil, Bela Gil causou grande repercussão em 2016 ao dizer que tinha consumido a placenta após o parto do seu filho.

"Não há estudos que comprovem seus benefícios, mas a placenta é rica em nutrientes e hormônios, pode diminuir o risco de depressão pós parto e deve ser uma escolha da mulher consumi-la ou não", afirmou ela na ocasião.

Reportagem da BBC News de 2015 mostrou que um levantamento feito por pesquisadoras americanas concluiu que não há benefícios na prática.

O estudo, feito na Faculdade de Medicina de Northwestern, em Chicago, analisou dez pesquisas sobre o tema publicadas recentemente e disse não ter encontrado evidências de que o consumo de placenta ofereça proteção contra depressão pós-parto, ou que reduza dores, dê mais energia, ajude na amamentação, promova a elasticidade da pele, auxilie no vínculo entre mãe e bebê nem tampouco seja fonte de ferro para a mãe, como muitos acreditavam.

Na mesma reportagem, o Royal College of Midwives, associação britânica que reúne as parteiras do país, defendeu que ingeri-la ou não deve ser uma decisão da mulher.

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