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Grupo na UFPB discute papel das mulheres na educação

Projeto está com dez vagas abertas para participantes

Escritora, professora e intelectual negra insurgente, Bell Hooks propõe, segundo a professora Renata Garcia, enfatizar "o apelo coletivo pela renovação e pelo rejuvenescimento de nossas práticas de ensino" (Foto: Reprodução)

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O Departamento de Educação (DED) do campus Mamanguape da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) oferece dez vagas para o curso de extensão “Mulheres na Educação: novas epistemologias”. Interessados devem se inscrever, pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa), até domingo (23).

Os debates serão no Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE) do campus Mamanguape da UFPB e acontecerão  -semanalmente  a partir das 16h30 - de 28 de fevereiro até 20 de março. A carga-horária é de 15 horas-aula.

A iniciativa visa promover o debate teórico de autoras que enfatizam em seus trabalhos o combate às desigualdades no campo educacional e foi inspirada na obra “Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade” da professora, filósofa e escritora norte-americana Bell Hooks.

De acordo com a coordenadora do curso, professora Renata Monteiro Garcia, será uma formação para ampliar os espaços de diálogo sobre fazer educação com os valores dos direitos humanos.

“Vamos discutir temas como pedagogia engajada, revolução de valores e a construção de uma comunidade pedagógica. São assuntos fundamentais para estimular uma educação voltada à integração e ao respeito de distintas vivências, alicerçando as bases dos direitos humanos”, enfatiza.

Para a professora Renata Garcia, essa é uma oferta de espaço para reflexão crítica no campo do ensino. "Revela também a formação docente preocupada em conhecer e aprofundar teorias da educação voltadas para o enfrentamento das desigualdades sociais", afirma.

Influência de Bell Hooks

Escritora, professora e intelectual negra insurgente, Bell Hooks propõe, segundo a professora Renata Garcia, enfatizar "o apelo coletivo pela renovação e pelo rejuvenescimento de nossas práticas de ensino".  A ideia dela "é pensar e repensar a educação de forma que seja possível transgredir fronteiras e transformá-la em uma prática de liberdade, não de clausura".

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