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Joice Hasselmann: polícia do DF descarta agressão e diz que deputada caiu da própria altura

Na madrugada de 18 de julho, parlamentar acordou com marcas de sangue no chão do apartamento onde mora, mas não lembrava o que ocorreu.

Investigação disse ainda que não há elementos que apontem prática de violência doméstica, atentado ou agressão por parte de terceiros. (Foto: Reprodução)

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A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu, nesta sexta-feira (13), que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) caiu possivelmente em decorrência de efeitos de remédio para dormir. Na madrugada de 18 de julho, a parlamentar acordou com marcas de sangue no chão do apartamento onde mora, na capital, mas não lembrava o que ocorreu.

A investigação, conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia, da Asa Norte, informou ainda que não há elementos que apontem prática de violência doméstica, atentado ou agressão por parte de terceiros. De acordo com a corporação, o inquérito foi encaminhado ao Judiciário e ao Ministério Público.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da deputada, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O advogado da parlamentar, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que "confia no trabalho técnico da Polícia Civil de Brasília". Além disso, ele afirmou que "acata a decisão técnica do IML [Instituto de Medicina Legal]".

A Polícia Civil informou ainda que periciou no apartamento da deputada. Além disso, os investigadores disseram que o inquérito foi baseado na apuração da própria corporação. A Polícia Legislativa já havia constatado que não houve invasão no imóvel de Joice.

Ao acordar, Joice percebeu que estava com dois dentes quebrados e um corte no queixo. Um hospital de Brasília constatou que Joice também teve cinco fraturas no rosto e na costela.

A deputada conta que ligou para o marido, o médico Daniel França, que estava no apartamento e dormia em outro quarto, e ele a socorreu. Um hospital de Brasília constatou que Joice também teve cinco fraturas no rosto e na costela.

Sete dias após o episódio, em 25 de julho, o casal afirmou que, nos primeiros dias, acreditava se tratar de uma queda. Joice disse que só solicitou que a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados (Depol) investigasse o caso cinco dias depois, por recomendação de um médico.

Perícia

Peritos do Departamento de Polícia Legislativa (Depol), da Câmara dos Deputados, já haviam concluído que nenhuma pessoa estranha entrou no apartamento funcional onde a parlamentar mora, entre os dias 15 e 20 de julho. Os profissionais analisaram câmeras de segurança do imóvel.

Em 27 de julho, a corporação concluiu o inquérito que apura um incidente ocorrido no imóvel. A Polícia Legislativa realizou perícia em 16 câmeras do prédio e ouviu funcionários que trabalham no local.

À época, o inquérito foi encaminhado para o Ministério Público Federal. Porém, o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira decidiu devolver os autos à corporação. Ele afirmou que só vai se manifestar após o término de todos os laudos periciais, mas não detalhou quais faltam.

Marido negou agressões

O marido da deputada chegou a ser acusado de ser o responsável pelas lesões, segundo o casal. Entretanto, ao lado da esposa e em uma coletiva à imprensa dias após o ocorrido, França negou ter atacado Joice.

"Eu nunca agredi ninguém, nunca dei um tapa em ninguém, nem um murro em ninguém. Não tenho nenhum motivo para fazer isso, eu jamais faria isso", afirmou o médico.
À época, Joice afirmou que, quem acusar o marido de ser o responsável pelas agressões, será processado. "Não vou admitir mancharem a honra do meu marido e a minha honra também, porque isso é colocar o meu caráter e minha história em suspeita", disse Joice.

Na ocasião, a deputada afirmou que apresentou o nome de dois suspeitos à investigação. De acordo com a deputada, um deles seria parlamentar. Joice comentou ainda que desconfiava que sua casa já havia sido invadida cerca de três meses antes das lesões.

Na ocasião, em que ficou ausente por 10 dias do imóvel, encontraram uma carteira de cigarro dentro da casa, que não tem fumantes, segundo a deputada.

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