Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Brasil

Editoria sobre Brasil ir para editoria →

Brasil

Justiça determina nova prisão de Michel Temer

Tribunal manteve habeas corpus de Moreira Franco e mais 5. Eles são acusados pela Lava Jato de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Por

Por 2 votos a 1, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta quarta-feira (8) pela revogação do habeas corpus do ex-presidente Michel Temer e de João Baptista Lima Filho (Coronel Lima), amigo dele.

Com a decisão, os dois terão que voltar à prisão e, a pedido das defesas, poderão se apresentar em locais a serem determinados.

O ex-ministro e ex-governador do Rio Moreira Franco e outros cinco acusados tiveram o habeas corpus mantido (veja abaixo).

  • Michel Temer, ex-presidente - voltará a ser preso
  • Coronel Lima, amigo de Temer - voltará a ser preso
  • Moreira Franco, ex-ministro do governo Temer - habeas corpus mantido
  • Maria Rita Fratezi, arquiteta e mulher do coronel Lima - habeas corpus mantido
  • Carlos Alberto Costa, sócio do coronel Lima na Argeplan - habeas corpus mantido
  • Carlos Alberto Costa Filho, diretor da Argeplan - habeas corpus mantido
  • Vanderlei de Natale, sócio da Construbase - habeas corpus mantido
  • Carlos Alberto Montenegro Gallo, administrador da CG IMPEX - habeas corpus mantido

Os acusados estão soltos desde o dia 25 de março, após decisão liminar de Ivan Athié.

Operação Descontaminação

Os 8 réus foram presos na Operação Descontaminação no dia 21 de março, pela Justiça Federal do Rio, e soltos no dia 25 do mesmo mês, pelo desembargador Antonio Ivan Athié, do próprio TRF-2.

A acusação fala em corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A investigação é relacionada às obras da usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear, e estima desvios de R$ 1,8 bilhão.

O ex-presidente é acusado de liderar uma organização criminosa que teria negociado R$ 1,8 bilhão em propina. A operação teve como base a delação do dono da Engevix e investigações sobre obras da usina nuclear de Angra 3.

A defesa do ex-presidente diz que nada foi provado contra Temer e que a prisão constitui um "atentado ao Estado democrático de Direito".

O ex-presidente chegou a ficar preso entre os dias 21 e 25 de março, na superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, em uma sala da corregedoria, no terceiro andar do prédio. É uma das poucas salas no edifício com banheiro privativo. O local tem frigobar, ar-condicionado e cerca de 20 m². Temer estava em São Paulo quando foi preso pelos agentes. Logo depois, ele foi transferido para o Rio.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

Governador afirma que decisão final sobre Ano Novo no Rio é dele e do prefeito

STJ mantém veto a implantação de embriões por viúva de homem morto

Bolsonaro é aplaudido por empresários ao dizer que deve favores a eles e que põe juízes neutros no TST

'Anvisa quer fechar espaço aéreo', diz Bolsonaro ao minimizar ômicron