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Lobão diz que 1964 "não foi golpe, foi uma cagada" e pede autocrítica à direita

Sem citar o presidente em nenhum momento, ele também chamou de estupidez ter saudades do período

A postagem mereceu elogios de vários internautas e também mensagens irônicas daqueles que discordam do posicionamento político do artista. (Foto: Reprodução)

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O cantor Lobão fez críticas ao período da ditadura militar e, indiretamente, criticou a orientação do presidente Jair Bolsonaro para que os quartéis comemorem o golpe militar de 1964.

No vídeo, apesar de afirmar que não foi um golpe que levou os militares ao poder na década de 1960, o artista diz que o período foi "tacanho, imbecil e ingênuo". Sem citar o presidente em nenhum momento, ele também chamou de estupidez ter saudades do período.

"Como eu disse desde o meu primeiro livro, eu estava lá, eu vivi, lembro como foi antes, durante e depois”, alega. "O que eu quero dizer é algo que é alguma coisa muito parecida que ocorre com a esquerda. A esquerda glorifica um monte de facínoras achando que foi para o bem deles, como Fidel Castro e Hugo Chavez", prossegue.   

Em seguida, ele lembra que o regime de 1964 era autoritário. "Se não totalitário, era autoritário. Nós tivemos 23 anos de uma censura estúpida que deixava vazar a maior parte das informações que eles não queriam." O músico acrescenta: "Eu nunca fui comunista. Se nós não tivéssemos passado por esse período, nós não estávamos vivendo todas essas mazelas”, acredita.


‘O Brasil ainda está no século XX’

Lobão diz que ficar glorificando isso é contra a gente. “Agora, ter saudades do regime desse é de uma estupidez. Que revela aquilo que tenho falado da direita. A gente não pode glorificar expedientes sombrios. Ninguém, realmente, tem provas que (Carlos Alberto) Brilhante Ustra foi ou não torturador. A gente não está olhando para frente. O Brasil ainda está no século XX, nos anos 60. A direita em 64 e a esquerda, em 68”, critica.

O artista ainda disse que não pode de maneira alguma endemonizar os militares da época do regime militar. “Eles salvaram a gente de um cubão. Mas também não podemos glorificar e torná-los heróis porque foi um regime tacanho, imbecil, ingênuo”, afirma. Citando a direita, Lobão diz que não é uma questão de querer enfrentar. “Tem que astúcia, metodologia, estratégia, tem que ter uma união e um plano de governo, inclusive um plano cultural”, defende.

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