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Paraibano Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde

A nomeação será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16)​.

Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda. (Foto: Reprodução)

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta segunda-feira (15) que convidou o  atual presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de ministro da Saúde. O médico aceitou substituir Eduardo Pazuello e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro. 

Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda. Após o encontro, o presidente disse que "já conhecia o médico" e que ele "é um profissional qualificado". A informação foi divulgada pelo Blog do Nolasco, do R7.

De acordo com a CNN Brasil, a nomeação será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16).

Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. No final de semana, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.

Marcelo Queiroga é o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). O cardiologista é formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Fez Residência Médica no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Também fez treinamento em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Ainda de acordo com informações apuradas pelo ClickPB, Marcelo é diretor do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Unimed, em João Pessoa. Além disso, teve atuação na Associação Médica Brasileira (AMB), na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI). Foi presidente da SBC na Paraíba entre 1998 e 1999 e  presidente da SBHCI em 2012 e 2013.

Assim como Ludhmila Hajjar, Marcelo Queiroga defende o isolamento social como forma de combate à pandemia. Ele também já se posicionou contrário ao "tratamento precoce" defendido por Bolsonaro à base de cloroquina, medicamento sem comprovação científica para covid-19.

De perfil técnico, Queiroga atuou na equipe de transição do governo de Michel Temer para Bolsonaro no fim de 2018. Em setembro do ano passado, encontrou-se com o presidente no Planalto e chegou a postar uma foto com ele.

Estavam no páreo para substituir Pazuello o deputado Dr. Luizinho (PP-RJ) e o também cardiologista José Antonio Franchini Ramires, do Incor, em São Paulo.

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