Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Brasil

Editoria sobre Brasil ir para editoria →

Brasil

Mourão diz achar difícil Senado aceitar processo contra ministros do STF

Bolsonaro anunciou neste sábado (14) que levará ao Senado pedido para instaurar processo contra os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.

Mourão foi questionado sobre a posição do chefe do Executivo federal e defendeu o direito de Bolsonaro de agir contra os ministros. (Foto: UESLEI MARCELINO)

Por

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (16) que acha "difícil" o Senado Federal aceitar um processo contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou neste sábado (14), por meio das suas redes sociais, que levará ao Senador um pedido para instaurar processo contra estes ministros. Para Mourão, o presidente tem "a visão dele" sobre a atuação dos ministros da Suprema Corte. 

"Ele considera que esses ministros estão ultrapassando dos limites de algumas decisões que têm sido tomadas e uma das saídas, dentro da nossa constituição que prescreve no artigo 52, seria o impeachment e compete ao Senado, vamos ver o que acontece. Acho difícil o Senado aceitar", disse Mourão.

Nas mensagens deste sábado, Bolsonaro diz que Moraes e Barroso “extrapolam com atos os limites constitucionais”. Ele afirmou que procurará Rodrigo Pacheco (DEM-MG) com pedido para instaurar processo contra Moraes e Barroso com base no artigo 52 da Constituição.

Ele diz ainda que os brasileiros não aceitarão a violação de direitos e garantias fundamentais. "O povo brasileiro não aceitará passivamente que direitos e garantias fundamentais (art. 5° da CF), como o da liberdade de expressão, continuem a ser violados e punidos com prisões arbitrárias, justamente por quem deveria defendê-los."

A sequência de mensagens aconteceu após a prisão do ex-deputado e aliado de Bolsonaro, Roberto Jefferson. Ele foi preso na manhã da última sexta-feira, acusado de integrar uma suposta "milícia digital" que ataca as instituições democráticas. 

Ao comentar sobre a prisão de Jefferson, Mourão afirmou que Moraes poderia ter adotado outras medidas ao invés da prisão. "Eu acho que o ministro Alexandre de Moraes poderia ter tomado outra decisão também de, vamos dizer assim, tão importante e tão coercitiva sem necessitar mandar prender por uma opinião que o outro vem externando. Não considero que o Roberto Jefferson seja uma ameaça à democracia tão latente assim."

No governo Bolsonaro, Jefferson atuava como aliado contundente das políticas defendidas pelo presidente. Segundo o analista da CNN Caio Junqueira, aliados bolsonaristas aguardavam um sinal do presidente e o silêncio em relação à Roberto Jefferson poderia causar o afastamento dos conservadores mais radicais.


Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

DJ Ivis tem liberdade concedida pela Justiça cearense após ser preso por agressão à ex-mulher Pamella Holanda

Filiação de Moro ao Podemos é marcada para 10 de novembro

Governo deve se reunir com caminhoneiros na próxima semana

Guedes diz que ala política fez pescaria e sondou colocar Mansueto no seu lugar