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'Peço minhas sinceras desculpas a quem ofendi', diz Milton Ribeiro

Em audiência no Senado, ministro da Educação se retratou após declarações sobre a presença de crianças deficientes nas escolas.

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, participa de audiência no Senado (Foto: FREDERICO BRASIL/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - 04/08/2021)

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Milton Ribeiro foi chamado nesta quinta-feira (16) para participar de uma audiência pública na Comissão de Educação, Esportes e Cultura do Senado. O ministro da Educação foi convocado para explicar as declarações que prestou sobre a inclusão de crianças com deficiência em sala de aula e também sobre o acesso às universidades.

"O MEC (Ministério da Educação) afirma e reforça que as matrículas de alunos com deficiência devem ser feitas em escolas regulares, essa é a nossa meta", declarou o ministro após ter declarado em entrevista que "deficientes atrapalham o aprendizado dos demais estudantes em sala de aula."

Ribeiro afirmou que o termo usado "foi um grande erro" e reconheceu que "as minhas colocações não foram as mais adequadas e imediatamente quando percebi isso, fui às minhas redes sociais para me desculpar as pessoas que magoei."

Durante sua participação na audiência, ele também afirmou que conversou pessoalmente com o senador Romário (PL), que tem uma filha com síndrome de Down, para se desculpar por sua fala.

"Reitero aqui no Senado meu sincero pedido de desculpas a todos os que se sentiram ofendidos após as minhas declarações em entrevista", declarou.

Ainda, justificando sua entrevista, o ministro explicou que as suas "declarações sobre os universidades era no sentido de reforçar a necessidade de ampliar o ensino técnico no país e em momento algum quis dizer que o filho do porteiro não poderia estudar, o que quero dizer é que não basta apenas ter diploma na parede, o mercado busca profissionais técnicos, repito: não estamos querendo fechar porta de universidades, mas queremos reforçar o ensino profissionalizante."

"Não sou elista, penso que não adianta ter graduados sem ter onde trabalhar", disse. "O estudante pega um financiamento estatal, termina com um diploma, sem emprego e uma dívida no banco, temos um milhão de inadimplentes no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil)."

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