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Salles defende um combinado de bois, fogo e produtos químicos para evitar novas queimadas no Pantanal

Salles também criticou um excesso de medidas para proteger os biomas, afirmando que "proibição de tudo a qualquer momento" não é "preservação e sim exagero".

O ministro do Meio Ambiente participou de maneira virtual de audiência da comissão especial do Senado, criada para acompanhar as queimadas e respostas governamentais no Pantanal. (Foto: Reprodução)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) defendeu um combinado de bois, fogo controlado e produtos químicos para evitar novas queimadas no Pantanal, como as que atingem o bioma nos últimos meses.

Salles também criticou um excesso de medidas para proteger os biomas, afirmando que "proibição de tudo a qualquer momento" não é "preservação e sim exagero".

O ministro do Meio Ambiente participou de maneira virtual de audiência da comissão especial do Senado, criada para acompanhar as queimadas e respostas governamentais no Pantanal.

Ao elencar as medidas que podem ser tomadas para evitar novas queimadas de grandes proporções, Salles reuniu um pacote de ações polêmicas. Defendeu novamente a tese do "boi bombeiro" -que afirma que o gado come ao capim e assim reduz a massa orgânica que propaga o fogo.

Também disse que o uso controlado do fogo, criticado por ambientalistas, não é usado por conta de algumas "visões" divergentes.

"Há medidas que nós podemos e continuaremos fazendo, para não só prevenir. Para isso, [devemos] fazer os aceiros, permitir a criação de gado no Pantanal, como forma de reduzir a massa orgânica, permitir que seja feita a queima controlada, o uso do fogo frio, e não ter isso como algo a ser indiretamente boicotado por algumas visões que não acreditam nesse formato", disse o ministro.

"Por fim, a utilização do componente retardante de fogo também levou a uma discussão muito grande, de por que não se utilizar, uma vez que ele aumenta em cinco vezes a capacidade de resposta das aeronaves que lançam água?", questionou.

"Portanto, há uma série de medidas que decorrem desse debate que se estabeleceu, que vai, como eu já disse, desde o uso do fogo frio, da queima controlada preventiva, ao tema da pecuária lá no Pantanal, do uso de retardantes e da aviação agrícola como complemento", completou.

O ministro também voltou a falar sobre os planos de criação de uma brigada permanente para combater os incêndios no bioma.

Em setembro, houve aumento de 180% no número de queimadas na região do Pantanal, em comparação com o mesmo período do ano passado. É o mês com o maior número de ocorrências da história: 8.106.

A área atingida no ano chega a quase 40 mil km², o que corresponde a 26,5% de todo o bioma.

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