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Hollywood

Paul Verhoeven diz que falta sexo em '007' e nos filmes de Hollywood

"Eu voltaria para a realidade", imaginou o diretor, que, caso estivesse à frente do próximo filme da franquia, usaria "carros que não saltam no céu".

O ator Daniel Craig contracena com a atriz Eva Green durante o filme 'Casino Royale', o primeiro filme da franquia a contar com o ator no papel principal - (Foto: Divulgação)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Paul Verhoeven, o cineasta holandês que filmou autor de filmes clássicos como "Instinto Selvagem" e "Showgirls", se mostrou frustrado com a falta de sexo nas produções recentes de grandes estúdios de Hollywood em entrevista ao jornal The Sunday Times, publicada neste domingo.

Ele afirmou também que os filmes atuais têm apenas explosões e destruição. "Às vezes esses filmes são divertidos, mas a narrativa não te conta nada sobre nós mesmos hoje. Eu não vejo nenhum pensamento diferente nos filmes da Marvel ou de James Bond."

Concentrando as críticas sobre "007", Verhoeven demonstrou que está mais interessado em saber se o próximo filme da saga voltará a conter cenas de sexo do que sobre quem vai interpretar o famoso espião – "Sem Tempo para Morrer", filme lançado ano passado, foi a despedida de Daniel Craig no papel.

"Eu voltaria para a realidade", imaginou o diretor, que, caso estivesse à frente do próximo filme da franquia, usaria "carros que não saltam no céu".

Embora tenha gostado de "Cassino Royale", longa que marcou a estreia de Daniel Craig na série, Verhoeven diz que não gostou de "Sem Tempo para Morrer". "Sempre houve sexo nos filmes do Bond! Eles não mostraram um peito sequer, ou o que seja", afirmou ele, se referindo ao par romântico do último filme, protagonizado por Craig e a atriz francesa Lea Seydoux.

Os filmes do diretor de 83 anos, por outro lado, continuam apostando no sentido contrário, sem se esquivar de seu estilo conhecido por gerar polêmicas e burburinho.

Com cenas de sexo provocadoras, Benedetta, seu último longa, tematiza um convento medieval de freiras lésbicas. Em entrevista a este jornal na ocasião da exibição do filme no festival Mix Brasil, o cineasta afirmou: "Nós não deveríamos ter medo de mostrar algo que quase todo mundo e muitas outras espécies fazem de forma regular –sexo".

"É muito estranho que nesse período de puritanismo seja normal mostrar violência, assassinatos horríveis, explosões, e só o sexo ser questionado."

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