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Uber concorda com piso salarial para motoristas e entregadores na Austrália

Os trabalhadores também terão o direito de se unir em sindicados e fazer negociações coletivas, disse o Uber.

Postura similar foi adotada no Reino Unido e no Canadá, mas após decisão judicial. (Foto: Reprodução)

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Empresa diz apoiar legislação do novo governo trabalhista com regras mínimas para plataformas. Postura similar foi adotada no Reino Unido e no Canadá, mas após decisão judicial.

O Uber divulgou um comunicado nesta terça-feira informando que apoia uma nova legislação em discussão na Austrália que prevê a criação de um piso salarial para motoristas e entregadores e a autorização para que esses trabalhadores criem sindicatos.

Após meses de negociações com a associação de trabalhadores de transporte da Austrália, o Uber afirmou que vai apoiar a criação de uma comissão independente que vai definir parâmetros para salários, benefícios e condições de trabalho no setor. Os trabalhadores também terão o direito de se unir em sindicados e fazer negociações coletivas, disse o Uber.

A empresa já fez acordos semelhantes para pagamentos e benefícios aos trabalhadores no Reino Unido, no Canadá e em alguns estados americanos, mas apenas depois de a Justiça nesses locais determinar essas mudanças.

No caso da Austrália, a decisão do Uber ocorre após o novo governo australiano, do partido trabalhista, que foi eleito em maio, ter declarado que vai apresentar uma legislação para criar padrões mínimos de trabalho na chamada “gig economy”, ou seja, nas plataformas de tecnologia que usam trabalhadores sem vínculos com as empresas.

“TWU (Transport Workers Union, o sindicato nacional de trabalhadores do transporte na Austrália) e Uber apoiam a segurança regulatória para as plataformas e a criação de benefícios e parâmetros mínimos para os trabalhadores que não têm vínculos como empregados, preservando a flexibilidade inerente ao trabalho na plataforma”, afirmou o comunicado conjunto.

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