Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Economia

Editoria sobre Economia ir para editoria →

Taxas

Caixa não subirá juros de financiamento imobiliário mesmo com alta da Selic, diz Guimarães

O executivo explicou que a modalidade com taxa fixa leva em consideração a curva longa de juros e não a de curto prazo, que é a Selic.

As taxas indexadas, que são corrigidas por algum indicador, permanecerão com o mesmo valor fixo, mas poderão subir de acordo com o índice. (Foto: Reprodução)

Por

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, afirmou que a instituição não subirá as taxas de juros de financiamentos imobiliários mesmo com a elevação da taxa básica (Selic) em 0,75 ponto percentual, a 2,75% ao ano.

O executivo explicou que a modalidade com taxa fixa leva em consideração a curva longa de juros e não a de curto prazo, que é a Selic. As taxas indexadas, que são corrigidas por algum indicador, permanecerão com o mesmo valor fixo, mas poderão subir de acordo com o índice.

"A vida média de crédito imobiliário da Caixa fica em torno de 8 anos. A decisão do Banco Central reduziu um pouco o câmbio e segurou as expectativas das taxas mais longas. Só vamos elevar os juros se houver expectativa de taxas longas superiores às atuais", assegurou em evento virtual promovido pelo InfoMoney nesta sexta-feira (9).
A Caixa tem quatro modalidades de crédito imobiliário: a pré-fixada, de no mínimo 8,5% (que não será alterada), e as pós-fixadas corrigidas pela poupança, pela inflação ou pela TR (Taxa Referencial).

As pós-fixadas possuem uma parte fixa acrescida da correção atrelada aos indicadores.
"A que é corrigida pela poupança é diretamente influenciada pela taxa básica porque a modalidade rende 70% da Selic, quando a taxa básica está abaixo de 8,5%", explicou Guimarães.

"Em relação à taxa atrelada pela TR, que hoje está em zero, pode ter uma variação na parte fixa se houver aumento contínuo, mas não estamos discutindo neste momento", disse.

Segundo o presidente da instituição, mesmo com os resultados negativos da poupança nos três primeiros meses do ano, com mais saques que depósitos, não faltarão recursos para o crédito imobiliário.

"Temos aproximadamente R$ 400 bilhões em poupança e R$ 500 bilhões em crédito imobiliário. Como parte da modalidade é feita com recursos do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço], temos uma sobra de cerca de R$ 150 bi. Ainda temos muito espaço para crescer e não faltará fonte de recursos por pelo menos 2 a 3 anos", disse.

Guimarães afirmou que a Caixa teve aumento de 103% no primeiro trimestre do ano na carteira de crédito imobiliário.

Sobre uma possível abertura de capital do braço digital do banco, o Caixa Tem, por onde os beneficiários recebem o auxílio emergencial, o presidente da instituição afirmou que a autorização para a formação do banco digital ainda está sendo analisada pelo BC e que, depois, pretende listá-lo na Nasdaq, em Nova Iorque (Estados Unidos), e na B3, bolsa brasileira.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

Procon-PB encontra irregularidades em 11 estabelecimentos de João Pessoa; maior problema é falta de informações ao consumidor

Bolsa sobe 1,76% e volta aos 122 mil pontos

Com efeito da pandemia, vendas do comércio caem 0,6% em março, diz IBGE

Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques e transferências a nascidos em junho