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Economia

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Desconfiança

Declarações de Bolsonaro sobre redução do preço de combustíveis são nulas e consumidor final não deve se animar, alerta sindicato na Paraíba

O presidente afirmou neste domingo que a Petrobras vai anunciar uma série de "pequenas reduções", mas revendedores não sentem confiança em qualquer mudança.

Entre janeiro e outubro deste ano, o etanol e a gasolina apresentaram variações de, respectivamente, 51,25% e 38,29%, segundo cálculos do IPCA. (Foto: Walla Santos)

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Já perto do fim, 2021 foi marcado por sucessivas altas nos preços dos combustíveis. Entre janeiro e outubro deste ano, o etanol e a gasolina apresentaram variações de, respectivamente, 51,25% e 38,29%, segundo cálculos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Neste domingo (5), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a Petrobras vai anunciar uma série de "pequenas reduções" no preço dos combustíveis a partir desta semana, sem dar detalhes sobre quanto será o percentual de diminuição. 

Procurada pelo ClickPB, a assessoria do Sindicato dos Revendedores de Petróleo da Paraíba (Sindipetro-PB), no entanto, arrefeceu quaisquer ânimos que poderiam surgir ao consumidor final paraibano a partir da notícia. 

Segundo contou ao portal, o sindicato no estado não tem expectativa de que, de fato, a redução venha a se concretizar, pois o presidente não possui o poder de "gerência" sobre o mercado e lamentou que as altas também têm impactado gravemente o comércio varejista.

"Em relação a combustível, o que Bolsonaro fala não se escreve, porque tudo o que ele falou sobre o assunto até hoje não foi cumprido, a não ser as distribuidoras e a própria Petrobras que estão mantendo seus lucros exorbitantes. Então, os revendedores realmente não mais se animam em qualquer declaração dele. Se Bolsonaro for intervir na Petrobras, vai ter um movimento nas bolsas de valores e uma repercussão negativa no mercado", disse.

O sindicato defende que a solução passa por uma mudança na política de preço na Petrobras e investimento na conclusão das refinarias no país.

"O Brasil é autossuficiente em petróleo, mas não é autossuficiente em combustível. É até uma contradição. Temos que levar o nosso combustível para fora para ser refinado. O combustível volta dolarizado. Uma outra intervenção que pode ser feita é a questão dos impostos, mas aí passa por uma discussão com os estados sobre o ICMS", acrescentou.

De acordou com a última pesquisa de preços da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) realizada no dia 1º de dezembro, a gasolina comum em João Pessoa chega a ser vendida por R$ 6,669.

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