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Economia

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Mais R$ 28 bi

Governo libera mais verba para auxílio emergencial e custo alcança R$ 152,6 bilhões

A assistência paga por três meses a trabalhadores informais foi liberada para quase 60 milhões de pessoas até o momento. O número de beneficiados é o triplo da projeção inicial do governo.

Aproximadamente 10 milhões de pessoas ainda aguardam resposta do governo, que faz análise de dados para autorizar o benefício. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo autorizou nesta terça-feira (26) a liberação de mais R$ 28,7 bilhões para bancar o auxílio emergencial de R$ 600. Com o novo repasse, o custo do programa já alcança R$ 152,6 bilhões.

A assistência paga por três meses a trabalhadores informais foi liberada para quase 60 milhões de pessoas até o momento. O número de beneficiados é o triplo da projeção inicial apresentada pelo governo.

Em março, ao anunciar o programa, o Ministério da Economia informou que a medida beneficiaria entre 15 e 20 milhões de pessoas a um custo total de R$ 15 bilhões aos cofres públicos.

As estimativas do governo foram aos poucos revisadas. Após a aprovação do auxílio pelo Congresso, a projeção foi ampliada para 54 milhões de pessoas e o custo foi a R$ 98 bilhões.

Em seguida, o governo percebeu que o valor não seria suficiente e liberou novo crédito para o programa, que passou para um montante de R$ 124 bilhões.

Nesta terça, foi feita a nova liberação, totalizando R$ 152,6 bilhões.

De acordo com a Caixa, os pagamentos feitos até agora da primeira parcela e parte da segunda parcela já somam R$ 70,8 bilhões.

Aproximadamente 10 milhões de pessoas ainda aguardam resposta do governo, que faz análise de dados para autorizar o benefício.

Os cadastros para acessar o programa permanecerão abertos até julho. A tendência é que o número de beneficiados continue subindo.

Até o momento, cálculos do Ministério da Cidadania apontam que o auxílio deve alcançar 70 milhões de pessoas.

No Congresso, parlamentares defendem a ampliação do número de parcelas do benefício. A ideia é combatida pela equipe econômica.

O ministro Paulo Guedes (Economia) é contra a ampliação por causa do custo elevado da assistência, mas já admite uma extensão de um ou dois meses, em valor inferior, de R$ 200 por parcela.


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