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Nunca prometi que Brasil iria continuar crescendo em 'V', diz Paulo Guedes

Nunca disse que o Brasil ia continuar em 'V'. Colocamos o Brasil de pé, isso é 'V'. Vamos entrar no futuro", disse o ministro.

O ministro da Economia, Paulo Guedes. (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

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CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) — O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, na noite deste domingo (12) que havia prometido uma recuperação em "V", mas nunca garantiu um crescimento contínuo do país."

Nunca disse que o Brasil ia continuar em 'V'. Colocamos o Brasil de pé, isso é 'V'. Vamos entrar no futuro", disse o ministro, reafirmando que a economia brasileira passou por uma recuperação rápida após a queda abrupta durante a pandemia.

No terceiro trimestre, a economia recuou 0,1%, na comparação com os três meses imediatamente anteriores, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado reforça o quadro de estagnação da economia.

Sobre a disparada da inflação e a alta de juros, Guedes também afirmou que os bancos centrais do mundo inteiro estão "dormindo no volante", enquanto o BC brasileiro "acordou primeiro".

Ele também disse que a inflação é responsabilidade do BC e que o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, tem bastante trabalho pela frente.

O ministro também disse que o governo pretende seguir avançando no programa de concessão e que o Brasil terminará o governo "possivelmente sem um aeroporto público."

No programa de entrevistas, Guedes também afirmou aos jornalistas que defende a privatização da Petrobras, por uma economia de mercado forte e pela competição.
"A Petrobras deve ser privatizada. Ela foi durante décadas um monopólio verticalizado. Eu quero ver uma economia de mercado forte. Quero ver competição na distribuição, na extração e geração de petróleo".

O ministro disse, ainda, que às vezes as empresas estatais estão sendo exploradas e às vezes elas exploram o povo. "Se tem problema de energia hoje no Brasil é por termos tido um monopólio chamado Eletrobras."

Apesar de boa parte dos analistas apontar o rompimento do teto de gastos e criticar a PEC dos Precatórios, o ministro disse que não houve um descontrole fiscal por parte do governo. "Como a inflação subiu, as despesas subiram. O teto, em termos reais, está sendo respeitado."

Guedes afirmou ainda, que apesar de não fazer previsões para o ano que vem, acredita na resiliência da economia brasileira.

"Não quero ficar como um vendedor de ilusões, não estou dizendo que vai ser fácil, mas apenas colocando um outro lado para esse derrotismo, essa percepção de que está tudo errado no Brasil. Estamos no meio da guerra, houve um empobrecimento geral, mas estamos enfrentando."

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