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Economia

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Empreendedorismo

Paraíba tem 5ª maior taxa do Brasil de sobrevivência de estabelecimentos iniciados em 2009

Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo apontam que, em 2019, havia 53,5 mil unidades locais ativas no estado.

O estudo apresenta informações sobre a dinâmica empresarial no Brasil. (Foto: Walla Santos)

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A Paraíba registrou, em 2019, a 5ª maior taxa brasileira de sobrevivência das “unidades locais” nascidas em 2009. Esse termo é usado para designar os endereços de atuação das empresas. De acordo com a Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2019, divulgadas nesta sexta-feira (22), pelo IBGE, a proporção paraibana de unidades locais que surgiram em 2009, e ainda funcionavam em 2019 (26%), era maior que as observadas nas médias do Nordeste (20,9%) e do país (22,9%).

No ranking nacional, o indicador paraibano ficou atrás apenas dos constatados: em Santa Catarina (30,6%); no Piauí (27,7%); no Paraná (26,4%); e no Mato Grosso do Sul (26,2%). 

A taxa resulta da relação de empresas que nasceram em 2009 e sobreviveram até 2019.

O estudo apresenta informações sobre a dinâmica empresarial no Brasil.

A pesquisa indica que, das 7,5 mil unidades locais nascidas no estado em 2009, 81,5% sobreviveram após o primeiro ano. No 5º ano, essa proporção caiu quase pela metade, para 44,2%, e, no 9º ano, chegou a 28,9%.

Em 2019, a Paraíba contava com cerca de 53,5 mil unidades locais ativas e, assim, tinha participação de 7% em relação ao Nordeste. Em comparação a 2018, houve um leve aumento (2,7%) no total de unidades, bem como no número de pessoas ocupadas assalariadas (2,8%). 

O salário médio mensal paraibano nesses locais era de 1,7 salários mínimos, um dos menores indicadores do país – junto ao Piauí (1,6) e ao Acre, Rio Grande do Norte e Alagoas, todos com 1,7.

A Demografia indica ainda que a taxa de entrada de unidades locais, no ano pesquisado, foi de 20,1%, com o início das atividades de 10,7 mil estabelecimentos.

No entanto, esse índice ficou abaixo das médias nacional (20,5%) e regional (20,9%).

Fonte: IBGE – Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo

Por outro lado, 9,3 mil encerram as atividades, o que resultou em uma taxa de saída de 17,6%, acima das médias do país (14,1%) e da região (17,4%). Já a taxa geral de sobrevivência em 2019, calculada com base na razão entre o número de unidades sobreviventes e o total existente no ano, foi de 79,9%.

Atividades de comércio e reparação de veículos se destacavam na Paraíba

As unidades locais que tinham atividades relacionadas ao comércio ou reparação de veículos automotivos e motocicletas representavam quase metade das ativas em 2019 (47,9%). O setor tinha, em 2019, a maior participação nas entradas (37,6%) e também nas saídas (54,5%). Esse ramo ocupava 103,3 mil assalariados, com um salário médio mensal de 1,7 salários mínimos.

Empresas de alto crescimento

Segundo o estudo, em 2019, na Paraíba, havia 739 unidades locais de empresas de alto crescimento – aquelas que tiveram um crescimento médio de pessoal ocupado assalariado de, pelo menos, 20% ao ano, por três anos, e que tinham 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação. Esses estabelecimentos tinham participação de 7,9% no total da região.

Do total de unidades locais de alto crescimento em 2019, no estado, 51 (6,9%) se encaixavam na categoria das chamadas “gazelas”, que têm até cinco anos de idade.

Mudança na metodologia

O gerente da pesquisa, Thiego Gonçalves Ferreira, explica que os dados devem ser observados com certa cautela, principalmente na comparação com os anos anteriores, pois a pesquisa sofreu uma alteração na metodologia que define organizações ativas, em razão do novo sistema de registro adotado pelo governo federal.

“O governo instituiu um novo sistema de registros administrativos para escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, o chamado eSocial, que está substituindo a RAIS, sendo que algumas das informações que existem na RAIS deixaram de existir no eSocial e, com isso, o IBGE precisou ajustar o critério de seleção de organizações ativas”, explica o gerente da pesquisa, Thiego Gonçalves Ferreira.

Ele destaca que uma das perguntas não incluídas no sistema do eSocial é aquela onde a empresa declara ter exercido ou não suas atividades naquele ano. O levantamento considera somente as entidades empresariais, excluindo os Microempreendedores Individuais (MEIs), órgãos da administração pública, entidades sem fins lucrativos e as organizações internacionais que atuam no país.

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