Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Educação

Editoria sobre Educação ir para editoria →

Educação

Indicado por setor privado de educação, Gilberto Garcia é novo cotado para MEC

O perfil mais conservador tem sido colocado como um ponto positivo entre os auxiliares do presidente Jair Bolsonaro que tentam uma alternativa a Decotelli.

Ex-reitor da Católica de Brasília e ex-presidente do Conselho Nacional de Educação, Gilberto Garcia é cotado para substituir Decotelli no MEC (Foto: Ailton de Freitas/6-10-16 / Agência O Globo)

Por

BRASÍLIA — O nome do professor Gilberto Gonçalves Garcia começou a ser cotado para ocupar o lugar de Carlos Alberto Decotelli para o cargo de ministro da Educação. Segundo interlocutores, ele teria o apoio de Antônio Veronezi, empresário da educação privada próximo de Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, e do ex-ministro Abraham Weintraub.

Garcia é estudioso da área de religião, tem formação em filosofia pela UFRJ e foi reitor da Universidade Católica de Brasília até 2018. Também presidiu o Conselho Nacional de Educação (CNE) entre 2014 e 2016, durante o governo Dilma.

O perfil mais conservador tem sido colocado como um ponto positivo entre os auxiliares do presidente Jair Bolsonaro que tentam uma alternativa a Decotelli.

Bolsonaro começou a analisar novos nomes para o Ministério da Educação (MEC) após a divulgação de que Decotelli incluiu informações falsas em seu currículo. Ontem, após ter de se explicar ao presidente, o ministro falou à imprensa que continua no cargo, mas auxiliares do presidente já buscam outros nomes.

Polêmicas
Após o anúncio de seu nome ser bem recebido dentro e fora do governo, Decotelli passou a ter o currículo na plataforma Lattes, que ele próprio publica, questionado.

O doutorado pela Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, usado por Bolsonaro ao anunciar o novo ministro, foi desmentido pelo reitor da instituição, Franco Bartolacci.Depois, Decotelli foi acusado de plagiar sua dissertação de mestrado.

Ontem, outra distorção no currículo veio à tona. Mesmo sem ter doutorado, continuava constando na plataforma Lattes do ministro um "pós-doutorado" pela Universidade de Wüppertal. A instituição afirmou que Decotelli fez uma pesquisa na universidade em 2016, por três meses, mas nunca deu qualquer título a ele.

Um pós-doutorado não é um título acadêmico formal, mas é um termo usado em referência apenas a pesquisas feitas após um acadêmico obter um título de doutor — o que Decotelli não tem.

Nesta terça-feira, a Fundação Getulio Vargas (FGV) também evidenciou outro ponto polêmico do currículo de Decotelli.

A instituição disse que ele nunca foi professor efetivo da instituição, mas sim colaborador em cursos de educação continuada.

No currículo Lattes, ele menciona ter sido professor da FGV, sinalizando um vínculo efetivo, o que é questionável, em termos de transparência, uma vez que há outras nomenclaturas para indicar tal atuação.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Em cumprimento à Legislação Eleitoral, o Portal ClickPB não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2020 se encerrarem.

Destaque

ir para editoria →

Pernambuco autoriza retorno das aulas presenciais em escolas públicas e particulares a partir de outubro

Aulas presenciais são suspensas no Estado do Maranhão após registro de casos de covid-19

Manifestantes protestam pedindo reabertura de escolas particulares em João Pessoa

Protocolo para reabertura de escolas prevê revezamento de aulas online e presenciais e acompanhamento psicológico para alunos e professores na Paraíba