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Dados do TSE

Lucélio tem dívida de campanha de R$ 1,2 milhão e ocupa o 'TOP 10' dos mais endividados

Lucélio Cartaxo, candidato a governador da Paraíba pelo PV, aparece com dívida de R$ 1,2 milhão. Mais de mil candidatos ficaram com dívidas de campanha nas eleições de 2018.

Lucélio tem dívida superior a R$ 1 milhão pela campanha nas Eleições 2018, aponta TSE (Foto: Divulgação/Assessoria)

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Mais de mil candidatos ficaram com dívidas de campanha nas eleições de 2018, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O saldo devedor dos que participaram apenas do primeiro turno e já tiveram a prestação de contas encerrada é de R$ 77 milhões. Lucélio Cartaxo, candidato a governador da Paraíba pelo PV, aparece na lista dos mais endividados, com débito de R$ 1,2 milhão.

Entre eles, a maior dívida é do governador reeleito do Ceará Camilo Santana (PT), que registrou déficit de R$ 3,6 milhões. O político arrecadou R$ 4,8 milhões, mas teve despesas de R$ 8,4 milhões ao longo da campanha. O G1 não conseguiu falar com a assessoria do governador.

Dos mais de 18 mil candidatos que enviaram as prestações de contas, 1.245 estão com saldo devedor. Desses, 129 foram eleitos. Mais de 30% dos candidatos e partidos que disputaram o 1º turno, no entanto, não prestaram contas. Os dados entregues ao TSE mostram que 14 candidatos devem mais de R$ 1 milhão cada um. Todos disputaram governos estaduais.

Veja o nome de Lucélio Cartaxo nesta lista abaixo.

Infográfico: Rodrigo Cunha/G1

Entre os candidatos ao Senado, o maior saldo devedor é de Rodrigo Cunha, eleito pelo PSDB de Alagoas, com R$ 877 mil. Dos candidatos a deputado federal, o maior prejuízo é de Givaldo Carimbão (Avante), também alagoano, que não se elegeu e ficou com déficit de R$ 741 mil.

Arnaldo Silva (DEM), que não se elegeu para uma vaga na Assembléia de Minas Gerais, foi o candidato a deputado estadual com maior dívida. O parlamentar registrou dívida de R$ 334 mil na campanha.

Partidos

Os candidatos endividados devem encaminhar um cronograma de pagamento da dívida de campanha ao TSE junto com a prestação de contas. Segundo o órgão, caso a dívida persista, passa a ser considerada no julgamento das contas do partido do candidato.

Considerando as sobras e dívidas de campanha, 7 partidos ficaram com saldo devedor no primeiro turno. A maior dívida é do PT, de R$ 8,4 milhões. Em seguida, estão PSDB (R$ 5,3 milhões), PDT (R$ 1,9 milhão), PHS (R$ 1,2 milhão) e PV (R$ 514 mil).

Contas do 2º turno

Infográfico: Rodrigo Cunha/G1


Os 30 candidatos que disputaram o segundo turno tiveram até o dia 17 para entregar a prestação de contas ao TSE. Os dados completos e atualizados, no entanto, ainda não estão disponíveis. Até o momento, 19 deles estão com saldo devedor, no valor total de R$ 35,3 milhões. Esse montante pode variar até a prestação final.

Por enquanto, o maior déficit é do candidato derrotado ao governo do estado do RJ Eduardo Paes (DEM), que tem R$ 6,3 milhões de saldo devedor. A assessoria do candidato diz que ele está em viagem e que não foi possível fazer contato para que comentasse o dado.

Em seguida está o candidato derrotado à Presidência Fernando Haddad (PT), que está fazendo uma campanha para arrecadar contribuições dos eleitores. Ele registrou uma dívida de R$ 3,8 milhões até o momento no sistema do TSE.

Em terceiro está o governador eleito de SP João Doria (PSDB), com saldo devedor de R$ 2,9 milhões. Hélder Barbalho (MDB), candidato vencedor ao governo do Pará, aparece depois com R$ 2,8 milhões. Já Antonio Anastasia (PSDB), derrotado na disputa pelo governo de Minas Gerais, fica em quinto, com dívida de R$ 2,6 milhões.

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) entregou as contas ao TSE no dia 9. Ficou com um saldo positivo de R$ 1,5 milhão. Os técnicos do tribunal, no entanto, afirmaram ter encontrado "inconsistências nos documentos". Bolsonaro, então, retificou a prestação de contas.

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