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Imunização

Agência dos Estados Unidos aprova vacina contra Covid-19 da Janssen

A farmacêutica havia dito que já teria 4 milhões de doses para pronta entrega seguindo a autorização.

De acordo com o New York Times, a Janssen prometeu fornecer 100 milhões de doses aos Estados Unidos até o final de junho. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A FDA, agência reguladora de medicamentos e produtos alimentares dos Estados Unidos, aprovou neste sábado (27) o registro da vacina contra a Covid-19 da Janssen, braço da Johnson & Johnson.

A farmacêutica havia dito que já teria 4 milhões de doses para pronta entrega seguindo a autorização. De acordo com o New York Times, a Janssen prometeu fornecer 100 milhões de doses aos Estados Unidos até o final de junho. Com isso, o país -que também já autorizou o uso em massa da vacina da Pfizer e da Moderna, e deve receber 600 milhões de unidades delas até julho, segundo o jornal- terá mais doses do que o necessário para vacinar toda a sua população adulta que queira ser vacinada.

Na quarta (24), a agência havia divulgado uma análise de eficácia da vacina em dose única que mostrou que o imunizante tem eficiência global de 72%, seis pontos percentuais acima do indicando preliminarmente.

Em uma avaliação interina, divulgada no dia 29 de janeiro, a vacina produzida a partir de um adenovírus (vírus de resfriado comum) e chamada Ad26.CoV2.S -Abreviação para adenovírus 26 Sars-CoV-2 proteína S-, havia apresentado eficácia global de 66%, mas com proteção de até 85% contra casos graves da doença. Esses dados se referiam aos voluntários avaliados nos EUA.

Um segundo estudo na América Latina havia apontado para uma eficácia também de 66% em impedir hospitalização, enquanto um subgrupo sul-africano teve uma pequena queda na eficácia, de 57%.

Agora, os dados de 45 mil voluntários foram reanalisados pelo FDA e apontaram para uma eficácia global de 72%, seis pontos percentuais acima do indicando preliminarmente, e 64% na África do Sul, onde uma nova variante mais contagiosa e com possibilidade de escape da resposta imunológica surgiu e é dominante atualmente.

Na nova análise, a proteção contra casos graves da doença subiu para 86% nos EUA, enquanto na África do Sul essa mesma proteção foi de 82%, o que reduz em muito o risco de morte por uma pessoa vacinada.

Há também fortes indicativos, segundo o órgão, que a vacina pode ajudar a impedir a transmissão pelo vírus em pelo menos 74%, embora os dados de voluntários assintomáticos ainda são muito pequenos para assegurar com certeza.

A vacina que é de dose única tem também a vantagem de ser armazenada em geladeiras comuns, em temperaturas de 2º a 8º C, o que torna sua distribuição e utilização mais fáceis.

Além da oferta nos EUA, a vacina da Janssen também terá papel importante na vacinação na África do Sul e em outros países africanos, que estão para trás na distribuição das doses no mundo.


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