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Revista Nature condena governo Trump e declara apoio a Biden

A revista condena com veemência a resposta de Trump à pandemia de coronavírus e afirma que ele "mentiu sobre os perigos representados pelo vírus" e "se colocou em primeiro lugar", a despeito de seus slogans de campanha.

A Nature critica o negacionismo científico de Trump e suas ações em relação a acordos e entidades multilaterais, em especial a retirada dos EUA da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Acordo de Paris. (Foto: Reprodução)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — A revista Nature, uma das mais célebres publicações científicas do mundo, publicou nesta quarta-feira (14) um editorial em que ataca duramente o governo de Donald Trump e declara apoio a Joe Biden na eleição presidencial de 3 de novembro.

"As ações da administração Trump estão acelerando as mudanças climáticas, arrasando a natureza, poluindo o ar e matando a vida selvagem — e as pessoas também", diz o texto intitulado "Por que a Nature apoia Joe Biden para presidente dos EUA".

A revista condena com veemência a resposta de Trump à pandemia de coronavírus e afirma que ele "mentiu sobre os perigos representados pelo vírus" e "se colocou em primeiro lugar", a despeito de seus slogans de campanha.

"O resultado, se não o objetivo, tem sido minimizar a maior crise que o país — e o mundo — enfrentou em pelo menos meio século", diz o editorial. "Apesar de ter vastos recursos científicos e monetários à sua disposição, Trump falhou catastroficamente no momento em que era mais importante."

A Nature critica o negacionismo científico de Trump e suas ações em relação a acordos e entidades multilaterais, em especial a retirada dos EUA da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Acordo de Paris.

Nesse cenário, a revista afirma que Biden "é a melhor esperança da nação para reparar o dano causado à ciência e à verdade."

"Não podemos ficar parados e deixar a ciência ser prejudicada. A confiança de Joe Biden na verdade, nas evidências, na ciência e na democracia fazem dele a única escolha nas eleições dos EUA."

Citando propostas da campanha democrata de apoio à ciência, a revista pede que os eleitores votem em Biden em 3 de novembro e deem a ele "a oportunidade de curar a nação dividida e começar a urgente tarefa de reconstruir a reputação dos Estados Unidos no mundo."

A Nature já expressou seu apoio a um candidato presidencial em 2012 (Barack Obama) e em 2016 (Hillary Clinton). Neste ano, juntou-se a outras publicações científicas que ou apoiaram a candidatura de Biden ou fizeram críticas ao governo Trump.

Em setembro, pela primeira vez em 175 anos de existência, a revista Scientific American também anunciou seu apoio a Biden, acusando Trump de se opor à ciência e de negar as mudanças climáticas.

Na semana passada, o New England Journal of Medicine quebrou uma tradição de 208 anos e também fez duras críticas ao atual governo, embora não tenha declarado explicitamente seu apoio a Biden.

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