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Paraíba

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Descumprimento

Alvo de prisão preventiva, Coriolano Coutinho estaria deixando tornozeleira eletrônica descarregar

Coriolano foi preso em casa, em João Pessoa e foi levado para a Central de Polícia, localizada no bairro do Geisel.

Coriolano Coutinho foi preso novamente (Foto: Walla Santos/ClickPB)

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Coriolano Coutinho, irmão do ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho, não estava cumprindo as medidas cautelares que lhe foram impostas como condição para não ficar preso. Usando tornozeleira eletrônica, Coriolano não estaria carregando o equipamento adequadamente, deixando que ele se desligasse por falta de bateria.

Coriolano Coutinho foi preso preventivamente mais uma vez na manhã desta quarta-feira (9), na décima fase da Operação Calvário, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a Controladoria-Geral da União (CGU). 

Coriolano foi preso em casa, em João Pessoa e foi levado para a Central de Polícia, localizada no bairro do Geisel.

O irmão de Ricardo Coutinho foi preso há cerca de um ano na Operação Calvário e após ter conseguido habeas corpus, segue com a tornozeleira eletrônica como medida preventiva e precisa se recolher em casa no período noturno.

Ele já realizou diversos pedidos na justiça para retirar a tornozeleira eletrônica, mas nenhum foi acatado. Em outubro deste ano, Coriolano pediu autorização para trabalhar na comercialização de batatas oriundas do sítio de sua propriedade, em Bananeiras. Na ocasião, a defesa de Coriolano alegou que parte do sustento de sua família vem dos produtos deste sítio. O pedido foi negado pela ministra do Superior Tribunal de Justiça, Laurita Vaz, que afirmou que Coriolano não conseguiu comprovar prejuízo pelo fato de estar cumprindo as medidas preventivas em João Pessoa.

Além do mandado de prisão, dois mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em João Pessoa e Bananeiras, com o objetivo de dar continuidade às investigações inerentes à atuação de organização criminosa, por meio da contratação fraudulenta de Organizações Sociais (OS), para gerir os serviços essenciais da saúde e da educação no Estado.

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